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    quinta-feira, junho 25, 2026
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    Museu do Pontal faz Festival das Culturas Indígenas no Rio de Janeiro

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    O Festival das Culturas Indígenas do Museu do Pontal, na Barra da Tijuca, zona sudoeste do Rio, começa neste sábado (11) e vai até domingo (12), promete mobilizar o público mais uma vez mostrando os saberes

    O Festival das Culturas Indígenas do Museu do Pontal, na Barra da Tijuca, zona sudoeste do Rio, começa neste sábado (11) e vai até domingo (12), promete mobilizar o público mais uma vez mostrando os saberes, as vivências e a força dos povos originários.

    Nesta 3ª edição, as atividades terão as presenças de representantes dos povos Wauja, Guajajara, Xakriabá, Kaiapó, Kamayurá, Puri, Pataxó, Wapixana, Guarani Mbyá e Guarani Tenonderã, que vão coordenar experiências de vida, além de apresentar rituais, danças e músicas ancestrais. A programação gratuita inclui uma feira gastronômica.

    Crianças e mulheres

    O Museu do Pontal costuma dedicar parte da programação dos seus eventos a atividades infantis. Desta vez, vai ter integração com crianças da Aldeia Mata Verde Bonita, de Maricá, na região metropolitana do Rio, que apresentarão brincadeiras tradicionais neste sábado, a partir das 10h.

    No mesmo dia, a programação prevê, ainda, uma agenda para as mulheres, que vão poder participar, às 11h30, de uma oficina com técnicas de modelagem de panelas de barro, que será apresentada por indígenas do povo Wauja, de Mato Grosso. Das 12h30 às 13h, haverá demonstrações sobre os rituais da Festa das mulheres – Yamurikumã, com danças, cânticos e pinturas com jenipapo e urucum que fazem parte da tradicional cerimônia.

    Também no sábado, às 15h30, o pescador e artesão da aldeia Kamayurá, do Parque Indígena do Xingu, Taware Kamayurá, vai contar histórias e trazer informações sobre rituais ancestrais como o Kuarup. Todas as atividades do museu são gratuitas e estão sujeitas a lotação.

    Exposição

    Um dos destaques do Festival das Culturas Indígenas este ano é a exposição individual Roraimarte III de Gustavo Caboco, artista indígena do povo Wapixana, que nasceu em Curitiba e, aos 10 anos, mudou para Roraima. Na visão do artista, essa apresentação no Rio é importante porque faz parte da pesquisa que vem realizando sobre as histórias Wapixana, que se junta à exposição Macunaíma é Duwid, em São Paulo, com outras que ocorrem em malocas, em Roraima.

    “É uma exposição que acaba conectando outros territórios”, afirmou em entrevista à Agência Brasil.

    Os deslocamentos de indígenas para vários territórios e a produção de memória a partir de uma inusitada conexão entre o Monte Roraima, considerado local sagrado para povos amazônicos, e o planeta Marte, é o foco da mostra Roraimarte III, com fotografias, pinturas e esculturas que evidenciam esses processos. A abertura está marcada para este sábado, às 15h. O artista estará presente para uma conversa, acompanhado dos curadores da mostra e diretores do Museu do Pontal, Angela Mascelani e Lucas Van de Beuque.

    Caboco contou que essa conexão surgiu a partir da nomeação dada pela Nasa, agência espacial dos Estados Unidos, a uma parte do território de Marte que se chama Roraima, uma vez que se constatava, semelhança do solo de lá com o do Monte Roraima e do conceito que o povo Wapixana tem de que o Monte Roraima é a origem do mundo.

    “Tenho trabalhado muito para não apagar a memória Wapixana e de como a arte pode fortalecer relações dentro do campo indígena”, disse Caboco, acrescentando que esta ação reforça o envolvimento dos jovens indígenas nas suas próprias culturas.

    Gustavo Caboco, disse que despertou para a arte depois de ganhar uma máquina fotográfica da mãe, que é Wapixana. Ela, que aos 10 anos foi raptada por uma missionária e levada para Boa Vista, passou a trabalhar como doméstica. Já adulta se mudou para Curitiba e 30 anos depois, ao voltar com o filho ainda menino para o território Wapixana, queria que ele fizesse fotos para guardar a memória do seu povo. “Considero hoje como um primeiro trabalho que tem a proposta desse retorno à maloca, à terra que me situa no mundo”, revelou.

    Caboco falou ainda que outra influência que recebeu da mãe vem do tempo que a acompanhava ao ateliê de costura que ela montou em Curitiba. Lá costumava ouvir as histórias guardadas na memória dela de como era a vida na maloca e sobre a paisagem de Roraima.

    Para o diretor executivo do Museu, Lucas Van de Beuque, trazer essa exposição ao Museu do Pontal é especialmente oportuno nesse momento de retomada das missões espaciais no âmbito do Programa Artemis, que marca um novo ciclo da exploração espacial e a presença humana na Lua.

    “Se, por um lado, essas iniciativas apontam para a expansão dos horizontes tecnológicos, científicos e cosmológicos, por outro, também reativam questões históricas ligadas à ocupação, nomeação e disputa de territórios, agora projetadas para além da Terra”, informou à Agência Brasil.

    Gustavo Caboco destacou outra característica dos Wapixanas. Como eles estão situados na fronteira do Brasil com a Guiana Inglesa têm fluência nos dois idiomas. “O nosso povo se dividiu, e hoje tem pessoas Wapixanas falantes de inglês porque cresceram na parte da Guiana e outras falam português, mas a nossa língua Wapixana também é viva nesses dois países”, pontuou.

    Para a diretora do Museu do Pontal, Angela Mascelani, a produção de Gustavo Caboco é belíssima e plasticamente muito impactante porque transforma o pensamento dele em obra de arte e provoca no público o desejo de conhecer as questões que o artista traz.

    “O fato dele traz uma discussão sobre os deslocamentos forçados e sobre mundos diversos que se conectam levam a uma atualidade muito grande para o que estamos vivendo como população mundial mesmo. Tem essa atualidade ao mesmo tempo em que fala da sua história de vida”, disse.

    “É uma honra estarmos recebendo este artista que também coloca em discussão o que é ser indígena hoje desmontando estereótipos que por tanto tempo serviram de base para se pensar a questão indígena”, concluiu.

    Crianças e mulheres

    O Museu do Pontal costuma dedicar parte da programação dos seus eventos a atividades infantis. Dessa vez, vai ter integração com crianças da Aldeia Mata Verde Bonita, de Maricá, na região metropolitana do Rio, que apresentarão brincadeiras tradicionais neste sábado, a partir das 10h.

    A programação prevê, ainda, no mesmo dia, uma agenda para as mulheres, que vão poder participar, às 11h30, de uma oficina de panelas de barro que será apresentada por indígenas do povo Wauja, de Mato Grosso. Às 12h30, elas apresentam a Festa das mulheres – Yamurikumã, ritual que celebra a força das mulheres do Alto Xingu.

    No domingo (12) a programação para crianças continua com sessões às 10, 11h e 12h. A atividade Bebês no Museu do Pontal será com a contadora de histórias Mel Xakriabá. Ela vai apresentar na roda de musicalização, cantos e instrumentos da nação Xakriabá, um dos poucos grupos indígenas que habitam Minas Gerais.

    O público vai ser incentivado ainda a aprender, às 10h30, a arte de fazer petecas com Carmel Puri. A partir das 15h, será a vez da artesã Ana Lucia Guajajara, que nasceu na Aldeia Morro Branco, no Maranhão, coordenar uma oficina de colares de sementes. A indígena vai explicar os significados sagrados dessas peças.

    Música

    Neste sábado, a programação musical ficará por conta do Coral da Aldeia Mata Verde Bonita, às 16h30, e do Coral Mbyá Guarani da Aldeia Sapukai, no domingo, às 16h.

    Educadores indígenas

    A curadoria do festival é dos educadores indígenas Carmel Puri e Pacary Pataxó, que vivem no Rio de Janeiro. Formada em pedagogia, pesquisadora de grafismos de outras etnias e agricultora urbana, a arte-educadora Carmel é também coordenadora do coletivo feminino Sementes da Terra, projeto que incentiva o plantio de sementes fora dos territórios indígenas.

    Pacary Pataxó, que nasceu na aldeia Mãe Barra Velha, no sul da Bahia, foi para o Rio quando já era adulto. A intenção com a mudança era divulgar a cultura de seu povo.

    Palestrante, oficineiro, empreendedor, Pacary põe em prática, especialmente, nas escolas, a Lei 11.645/8, que obriga o estudo da história e cultura afro-brasileira e indígena nas escolas públicas e particulares de ensino fundamental e médio no Brasil.

    Por meio dos cantos, dança, pintura corporal e contação de história, o educador indígena reforça a necessidade de preservação da natureza, da cultura de seu povo e dos povos originários.

    “Esse festival é atravessado por uma programação que por um lado foca nos rituais, mas também na dança, no corpo nos cantos nas formas associativas que acontecem nas comunidades indígenas brasileiras. É de uma riqueza enorme poder trazer para o público essas experiências”, observou a diretora do Museu do Pontal, Angela Mascelani à Agência Brasil.

    A manutenção do Festival, que já está na terceira edição, segundo Angela, resulta do interesse do público por informações sobre a cultura indígena e os povos originários de muitas etnias diferentes.

    “É um universo complexo, amplo e diverso com muitas variações, desde de indígenas aldeados até os urbanos. Achamos muito importante, porque o Museu é voltado para a difusão das camadas populares e a gente inclui a população indígena. Há uma grande importância”, disse à Agência Brasil.

    A diretora destacou que o Museu também tem um foco educativo e por isso realiza excursões de estudantes em todas as exposições do espaço cultural. Angela acrescentou que o fato de ter dois educadores indígenas na curadoria do festival, dá uma tranquilidade de que o Museu está no caminho certo.

    “São educadores, são indígenas, pessoas que trazem a sua história de vida como vivência de corpo, como vivência de experiência, como seu primeiro plano. Para o público, é muito interessante ter esse contato”, completou.

    Museu do Pontal

    Localizado na Avenida Célia Ribeiro da Silva Mendes, 3.300, Barra da Tijuca, o Museu do Pontal é considerado o maior e mais significativo espaço de arte popular do país. O acervo, resultado de 45 anos de pesquisas e viagens por todo país do designer francês Jacques Van de Beuque, é composto por mais de dez mil peças de 300 artistas, produzidas a partir do século 20.

    Como chegar

    Para chegar ao museu, os visitantes têm a opção de usar vans gratuitas que sairão da estação de metrô Jardim Oceânico, no acesso A – Lagoa, com uma parada no New York City Center.

    As saídas regulares são das 10h às 17h, no sábado e domingo, e as vans estarão disponíveis para retorno até o fim do evento. Como o estacionamento estará fechado, o museu recomenda utilizar o transporte oficial do festival, que por meio da Lei Rouanet, é patrocinado pela Shell Brasil que comemora 113 anos de presença no país.

    Brasileirão Série D: Maricá F.C enfrentará o Nova Iguaçu neste domingo (12)

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    O Maricá F.C volta a campo neste domingo, às 16h, pela segunda rodada do Campeonato Brasileiro da Série D, longe de seus domínios

    O Maricá F.C volta a campo neste domingo, às 16h, pela segunda rodada do Campeonato Brasileiro da Série D, longe de seus domínios. O adversário será o Nova Iguaçu, no estádio Jânio Moraes, o Laranjão, em um confronto que promete equilíbrio, mas que carrega um histórico favorável ao Tsunami. Embalado pela vitória por 2 a 1 sobre o Velo Clube na estreia, o time maricaense busca mais um resultado positivo para se consolidar nas primeiras posições do grupo. O jogo também pode ser histórico para o atacante Pablo Thomaz. Se marcar, ele se tornará o maior artilheiro dos oito anos de história do Azul, Vermelho e Branco de Maricá. A partida terá transmissão ao vivo no canal do Metrópoles Esporte no Youtube.

    Além do bom início na competição, o retrospecto entre as equipes traz confiança para o Maricá F.C. Em sete confrontos já disputados, o Tsunami nunca foi derrotado pelo adversário da Baixada Fluminense, somando três vitórias e quatro empates. O dado reforça o equilíbrio do duelo, mas também evidencia a consistência da equipe diante do rival.

    Jogando fora de casa, o clube aposta na consistência demonstrada na estreia para buscar mais um bom resultado na competição. A equipe mostrou espírito coletivo e eficiência nos momentos decisivos, características que devem novamente ser fundamentais diante do Nova Iguaçu. Com um elenco cada vez mais entrosado, o Tsunami quer impor seu ritmo, mesmo longe do João Saldanha.

    O técnico Marcus Alexandre reforçou a importância de manter o nível apresentado e destacou o foco do grupo para o confronto.

    “A gente sabe que jogar fora de casa exige ainda mais concentração, mas nossa equipe está preparada. E sabemos como enfrentá-los em Nova Iguaçu. Vencemos o último jogo lá. Mas agora o campeonato é outro, e cada ponto na Série D é muito importante. Então vamos em busca de mais um resultado positivo”, afirmou o treinador.

    A um gol da história

    O confronto contra o Nova Iguaçu pode marcar um momento histórico para Pablo Thomaz. Ele soma 22 gols com a camisa do Tsunami, número que o coloca empatado com Jonathan Chula, outro nome marcante na trajetória do clube. Um gol neste domingo fará dele o maior artilheiro da história do Maricá F.C.

    Mais motivado do que nunca, o atacante e capitão da equipe falou sobre a possibilidade de alcançar a marca histórica com a camisa do Tsunami.

    “Fico muito feliz por estar perto de um feito tão especial em um clube que me acolheu tão bem. Mas o mais importante é o coletivo, é a equipe seguir pontuando. Se o gol sair e ajudar na vitória, vai ser ainda mais especial”, afirmou o atacante.

    Em um confronto que promete equilíbrio, o Maricá F.C aposta na maturidade do elenco e no bom início de campanha para buscar um resultado positivo longe de casa. Com foco e os pés no chão, o Tsunami segue sua caminhada na Série D determinado a se manter competitivo e firme na briga por uma vaga na próxima fase.

    Maricá firma parceria para criação de curso técnico em Artes Carnavalescas

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    A Prefeitura de Maricá, por meio da Secretaria de Cultura e das Utopias, assinou nesta sexta-feira (10/04) um Protocolo de Intenções com o Ministério da Cultura (MinC), o Instituto Federal Fluminense (IFF) e a Universidade Livre do Carnaval de Maricá (UniCarnaval)

    A Prefeitura de Maricá, por meio da Secretaria de Cultura e das Utopias, assinou nesta sexta-feira (10/04) um Protocolo de Intenções com o Ministério da Cultura (MinC), o Instituto Federal Fluminense (IFF) e a Universidade Livre do Carnaval de Maricá (UniCarnaval) para criação de um curso técnico em Artes Carnavalescas.

    O acordo prevê cooperação técnica, científica, cultural e educacional para desenvolver o curso no âmbito da educação profissional e tecnológica, integrando ensino, pesquisa e extensão e valorizando o carnaval como patrimônio cultural e campo produtivo.

    “Maricá vem construindo uma política continuada para fortalecer o carnaval como cultura, identidade e economia criativa. A criação dessa formação técnica é mais um avanço nesse processo”, afirmou o secretário de Cultura e das Utopias, Sady Bianchin.

    A construção do curso será feita em conjunto entre as instituições, com definição de conteúdo, levantamento de demandas do setor e organização das etapas de implementação. A parceria inclui ainda encontros, seminários, escutas territoriais e estudos voltados às artes carnavalescas.

    “Muita gente que trabalha no carnaval aprendeu fazendo, com a família, com a comunidade, com os mestres do ofício. A formação técnica ajuda a reconhecer esse saber, garantir certificação e abrir caminho para mais direitos e oportunidades”, disse o ministro da Cultura em exercício, Márcio Tavares.

    A proposta busca transformar em formação técnica estruturada a experiência já acumulada pela UniCarnaval, reunindo saberes tradicionais e comunitários com base pedagógica e reconhecimento institucional. “Já existem muitos cursos ligados ao carnaval e às escolas de samba, mas ainda faltava avançar na certificação formal desses saberes. Esse é um passo importante para transformar conhecimento em diploma e oportunidade real de trabalho”, explicou o reitor da UniCarnaval, Milton Cunha.

    O protocolo também define que o IFF contribuirá com ensino, pesquisa e apoio técnico-pedagógico, enquanto o MinC atuará na articulação de políticas públicas e no apoio à formação profissional no setor. “É um momento histórico de valorização dos trabalhadores do carnaval e da cultura. Estamos falando de reconhecer esses profissionais e ampliar a formação para atender uma demanda que é grande no Rio de Janeiro e no Brasil”, afirmou o reitor do IFF, Victor Saraiva.

    Também participaram da cerimônia os secretários municipais Matheus Gaúcho (Empreendedorismo Social e Economia Solidária), João Carlos de Lima, o Birigu (Direitos Humanos), e Júlio Carolino (Recursos Hídricos e Minerais).

    Maricá recebe evento ‘Realeza Maricá 2026’ com foco na ancestralidade e cultura africana

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    Com apoio da Prefeitura de Maricá, por meio da Secretaria de Relações Internacionais, teve início nesta sexta-feira (10/04), no Sítio Abèbè, no Caxito, o evento ‘Realeza Maricá 2026’.

    Com apoio da Prefeitura de Maricá, por meio da Secretaria de Relações Internacionais, teve início nesta sexta-feira (10/04), no Sítio Abèbè, no Caxito, o evento ‘Realeza Maricá 2026’. A iniciativa reúne atividades culturais e formativas, com foco na ancestralidade, espiritualidade e nas expressões artísticas.

    A programação é gratuita e segue até este sábado (11/04), com atividades voltadas ao intercâmbio cultural entre tradições africanas e brasileiras. O evento também valoriza a diversidade cultural e contribui para o fortalecimento das relações internacionais do município.

    “Realizar um evento como esse em Maricá é fundamental para valorizar as raízes africanas e promover o encontro entre diferentes culturas. É um espaço de troca, aprendizado e reconhecimento da nossa ancestralidade”, destacou a organizadora Rachel Kell D’Osun.

    A programação inclui vivências com a realeza africana, além de apresentações de tambores, dança, música, saberes ancestrais e gastronomia tradicional. O público também encontra no local roupas, acessórios, artesanato e comidas típicas.

    “Vim participar para valorizar nossa cultura e ancestralidade. É muito importante ter um evento assim em Maricá”, destacou Luciane Calixto, moradora da Mumbuca.

    A iniciativa é voltada a povos de axé, incluindo praticantes de religiões de matriz africana, como o candomblé e a umbanda, além de simpatizantes, estudantes e pesquisadores, promovendo a troca de conhecimentos e o acesso à cultura.

    Niterói entrega primeiras Carteiras de Identificação da Pessoa com Transtorno do Espectro Autista (CIPTEA)

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    A Prefeitura de Niterói realizou, nesta sexta-feira (10), a cerimônia de entrega das primeiras Carteiras de Identificação da Pessoa com Transtorno do Espectro Autista (CIPTEA)

    A Prefeitura de Niterói realizou, nesta sexta-feira (10), a cerimônia de entrega das primeiras Carteiras de Identificação da Pessoa com Transtorno do Espectro Autista (CIPTEA). Com confecção gratuita instituída pela Lei nº 13.977/2020, o documento passa a ser emitido no município com um QR Code que comprova a apresentação dos laudos exigidos, garantindo mais segurança e veracidade no processo de identificação.

    “A CIPTEA é um marco que vai além da formalidade. Ela simboliza uma Niterói cada vez mais inclusiva e humana. Essa carteira garante direitos e prioridade no atendimento, integrando uma política pública ampla e articulada para assegurar acolhimento e dignidade às pessoas com autismo e suas famílias. É um passo decisivo no compromisso da nossa gestão com a acessibilidade e o reconhecimento imediato dos cidadãos”, destacou a primeira-dama e gestora do Escritório de Políticas Transversais de Direitos e Cuidados, Fernanda Neves, no evento de lançamento.

    Para Jaqueline Silva Fonseca, mãe de Giovana, de 2 anos e 11 meses, a Prefeitura de Niterói tem sido fundamental após a descoberta da condição de sua filha, em setembro de 2025.

    “Tive todo o apoio das redes de comunicação que entrei em contato. A Prefeitura foi muito solícita comigo. Onde eu tinha que me cadastrar, onde eu tinha que procurar, até mesmo o contato das terapias eu consegui através do cadastro do CIPTEA. Sei que com esse cartãozinho, a visibilidade dela vai mudar, vai ser enxergada por todos”, disse Jaqueline Silva Fonseca.

    Com um processo simples e gratuito, a emissão das carteiras se consolida como um avanço concreto que fortalece a dignidade, a visibilidade e o respeito às pessoas autistas e às famílias.

    Os interessados em adquirir a carteirinha podem fazer sua emissão por meio do aplicativo da Prefeitura de Niterói, o Colab, ou presencialmente na Coordenadoria de Acessibilidade, localizada na Praça Fonseca Ramos, no Centro, das 10h às 16h. Para a emissão, é necessário apresentar RG (documento com foto), CPF, comprovante de residência, laudo médico com CID e uma foto 3×4.

    Prefeitura de Maricá apresenta espetáculo Jesus de Nazaré em Maricá em coletiva de imprensa

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    A Prefeitura de Maricá, por meio da Secretaria de Cultura e das Utopias, realizou nesta sexta-feira (10/04), no Cine Henfil, no Centro, uma coletiva de imprensa para apresentar o espetáculo Jesus de Nazaré em Maricá.

    A Prefeitura de Maricá, por meio da Secretaria de Cultura e das Utopias, realizou nesta sexta-feira (10/04), no Cine Henfil, no Centro, uma coletiva de imprensa para apresentar o espetáculo Jesus de Nazaré em Maricá. O encontro reuniu representantes da gestão municipal, elenco, equipe técnica e profissionais de comunicação.

    “Essa apresentação faz parte das políticas públicas de Maricá, entendendo a cultura e o teatro como instrumentos de transformação social. A proposta é trazer um olhar original, construído de forma coletiva, projetando a cidade no cenário cultural”, destacou o secretário de Cultura e das Utopias, Sady Bianchin.

    O ator Eriberto Leão, que interpretará Jesus no espetáculo, reforçou o simbolismo e potencial da peça maricaense.

    “O que estamos construindo segue a representação universal de amor ao próximo com um texto vivo, pensado para ser sentido pelo público, com grande qualidade artística, mas também profundidade espiritual. Maricá tem potencial para projetar essa obra para além da cidade”, disse.

    Vanessa Gerbelli, que representa Maria na obra de Maricá, pontuou a qualidade do trabalho.

    “Quem assistir ao espetáculo vai se impressionar com a qualidade do elenco e da produção. A peça é uma homenagem a Jesus Cristo, mas também ao teatro, que é uma grande paixão e inspira esse trabalho coletivo tão especial”, acrescentou.

    Arte, fé e identidade local

    O espetáculo “Jesus de Nazaré em Maricá” será apresentado nos dias 18 e 19 de abril, às 18h, na orla do Parque Nanci, com acesso gratuito. A proposta é oferecer ao público uma experiência cultural ao ar livre, reunindo teatro, cenografia, figurino e trilha sonora em uma grande encenação.

    “É uma alegria participar de um projeto em uma cidade que valoriza a cultura. Estamos contando uma história conhecida, mas com um olhar sensível que vai tocar o público”, frisou Emílio Orciollo, que será Pôncio Pilatos na obra.

    Para Milton Cunha, figurinista da apresentação teatral, a iniciativa reúne autenticidade e valorização local.

    “O figurino segue uma construção autoral, alinhada à visão do diretor, com pesquisa e cuidado em cada detalhe. A proposta valoriza a ideia de que a mensagem de Jesus pode nascer em qualquer lugar, inclusive em Maricá”, concluiu.

    A peça reúne profissionais de diferentes áreas artísticas, com direção de Eduardo Wotizik, produção geral de Samuel Machado, entre outros nomes envolvidos na realização.

    Vacinação contra a gripe está sendo realizada neste sábado (11/04) em Maricá

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    A Prefeitura de Maricá, por meio da Secretaria de Saúde, está promovendo neste sábado (11/04) uma mobilização de vacinação contra a influenza (gripe) em dois pontos estratégicos da cidade

    A Prefeitura de Maricá, por meio da Secretaria de Saúde, está promovendo neste sábado (11/04) uma mobilização de vacinação contra a influenza (gripe) em dois pontos estratégicos da cidade: na Igreja Missão Vida, no Centro, e na Subprefeitura de Itaipuaçu. A iniciativa é voltada aos grupos prioritários definidos pelo Ministério da Saúde e busca ampliar o acesso à imunização, inclusive aos fins de semana.

    A ação acontece conforme a disponibilidade de doses e contribui para reduzir complicações causadas pela gripe, especialmente entre públicos mais vulneráveis, como pessoas com doenças crônicas, imunocomprometidas e trabalhadores das áreas de saúde, educação e transporte.

    Para se vacinar, é necessário apresentar documento de identificação com CPF e caderneta de vacinação (caso tenha).

    Niterói está presente na 18ª Feira Rio Artes Manuais com foco em turismo e economia criativa

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    A Prefeitura de Niterói marca presença na 18ª edição da Feira Rio Artes Manuais, consolidando a estratégia de fortalecer a economia criativa e o turismo local. O evento, que acontece até este domingo (12) no Expo Mag, na Cidade Nova, funciona como uma vitrine fundamental para artesãos

    A Prefeitura de Niterói marca presença na 18ª edição da Feira Rio Artes Manuais, consolidando a estratégia de fortalecer a economia criativa e o turismo local. O evento, que acontece até este domingo (12) no Expo Mag, na Cidade Nova, funciona como uma vitrine fundamental para artesãos e empreendedores das áreas de moda, decoração e gastronomia.

    Com um stand institucional organizado pela Neltur, o município integra diversas frentes de atuação, com a participação da Secretaria Municipal da Mulher, da Secretaria Municipal das Culturas — representada pela Casa do Artesão — e da Secretaria de Assistência Social e Economia Solidária, por meio do programa Circuito Arariboia.

    O presidente da Neltur, André Bento, ressalta que a participação em feiras deste porte é essencial para projetar o nome de Niterói para novos públicos, atraindo investidores e movimentando a economia da cidade.

    “A Neltur vem participando de diversas feiras importantes no Brasil e também no exterior para divulgar Niterói como destino turístico. Esse tipo de evento amplia a visibilidade da cidade, atrai visitantes e movimenta a economia”, destacou André Bento.

    Durante o evento, o estande da Prefeitura apresenta ao público peças produzidas por artesãos da cidade e promove atividades voltadas à valorização da cultura local. Oficinas organizadas pela Casa do Artesão também fazem parte da programação, incentivando a capacitação e a difusão de técnicas artesanais.

    A gestora do Escritório de Políticas Transversais de Direitos e Cuidados, Fernanda Neves, destacou o papel social dessas iniciativas, lembrando que o incentivo ao empreendedorismo criativo gera renda direta para muitas famílias niteroienses.

    “A participação de Niterói em eventos como a Rio Artes é uma oportunidade de valorizar o trabalho dos artesãos, incentivar o empreendedorismo e ampliar a geração de renda para muitas famílias. A economia criativa tem um papel importante no desenvolvimento social e cultural da cidade”, ressaltou Fernanda Neves.

    O evento segue com programação intensa neste sábado (11) das 10h às 20h, e no domingo (12), das 10h às 17h. Os interessados podem adquirir ingressos no valor de R$ 30,00 (inteira) e R$ 15,00 (meia-entrada), ou obter mais detalhes no site oficial da feira: www.feirarioartes.com.br

    Capela de Santo Antônio (Caju/Maricá) é vandalizada

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    Recentemente, a Capela de Santo Antônio, localizada no bairro do Caju (Maricá), foi invadida por criminosos e vandalizada

    Recentemente, a Capela de Santo Antônio, localizada no bairro do Caju (Maricá), foi invadida por criminosos e vandalizada. Os fiéis perceberam o ocorrido na última quinta-feira, 9 de abril.

    Os meliantes quebraram a porta de entrada, retiraram as imagens sacras do local, reviraram diversos objetos da capela, danificaram a porta do Santíssimo e destruíram os ventiladores.

    O caso é caracterizado como ataque e vandalismo, pois não houve registro de furto.

    A ocorrência foi registrada na Delegacia de Maricá (82ª DP).

    Maricá forma mais de 700 alunos em cursos profissionalizantes gratuitos

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    A Prefeitura de Maricá, por meio do Instituto de Ciência, Tecnologia e Inovação de Maricá (ICTIM), realizou nesta quinta-feira (09/04) a formatura de 702 alunos do programa Qualifica Maricá

    A Prefeitura de Maricá, por meio do Instituto de Ciência, Tecnologia e Inovação de Maricá (ICTIM), realizou nesta quinta-feira (09/04) a formatura de 702 alunos do programa Qualifica Maricá. A cerimônia aconteceu na quadra do Centro Educacional Joana Benedicta Rangel, no Centro, reunindo formandos, familiares e autoridades.

    Os alunos concluíram cursos profissionalizantes em diversas áreas, com turmas distribuídas em polos como Centro, Ponta Negra, Condado, Itaipuaçu e Inoã. A iniciativa, que capacitou moradores, tem o objetivo de ampliar as oportunidades de inserção no mercado de trabalho e estimular o empreendedorismo no município.

    “Estamos qualificando a população maricaense para que esteja cada vez mais preparada para o mercado de trabalho. Temos diversos projetos sendo desenvolvidos no município, e esses profissionais saem capacitados para atuar em suas áreas de formação”, destacou o presidente do ICTIM, Cláudio Giménez.

    Entre os cursos oferecidos nesta edição estão formações nas áreas de atendimento e hospitalidade, como agente de recepção e reservas em meios de hospedagem e agente de aeroporto, além de capacitações em administração, com o curso de assistente administrativo. Também foram disponibilizadas qualificações como programador de sistemas e e-commerce e marketing digital, além de cursos na área de energia.

    Com duração média de três meses, os cursos ofereceram formação teórica e prática. Durante a cerimônia, os alunos receberam os certificados de conclusão, celebrando o encerramento de mais uma etapa de qualificação.

    “Participar do Qualifica Maricá foi uma oportunidade muito importante para o meu crescimento profissional. O curso de técnico de informática ampliou meus conhecimentos e me deixou mais preparado para o mercado de trabalho”, destacou Caíque de Almeida, morador de Inoã e formado pelo polo do bairro.

    “Foi uma experiência muito boa. O curso de energia fotovoltaica abre portas em uma área que está crescendo bastante, e agora me sinto mais confiante para buscar uma oportunidade”, afirmou Jorge Dias, morador de Itaipuaçu, que realizou a formação no polo de Inoã.

    O Qualifica Maricá é desenvolvido em parceria com a Secretaria Municipal de Trabalho e Emprego e o Instituto Brasil Social (IBS), e já se consolidou como uma das principais iniciativas de capacitação profissional da cidade.

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