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    sexta-feira, março 20, 2026
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    Niterói divulga datas das próximas audiências territoriais do Programa Vida Nova no Morro

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    A Prefeitura de Niterói, por meio da Secretaria Municipal de Habitação e Regularização Fundiária (SMHRF) e do Escritório de Políticas Transversais de Direitos e Cuidados, anuncia a realização de três audiências públicas territoriais do Programa Vida Nova no Morro (PVNM).

    A Prefeitura de Niterói, por meio da Secretaria Municipal de Habitação e Regularização Fundiária (SMHRF) e do Escritório de Políticas Transversais de Direitos e Cuidados, anuncia a realização de três audiências públicas territoriais do Programa Vida Nova no Morro (PVNM). Os encontros vão acontecer nos dias 21 e 24 de janeiro e têm como objetivo ouvir de perto os moradores das comunidades que compõem a amostra representativa do programa.

    As audiências são abertas e ocorrerão nos seguintes locais e horários:

    – Pau-Ferro

    Data: 21 de janeiro de 2026, às 17h30

    Local: CEU Ismael Silva – Av. Carlos Ermelindo Marins, 34 – Jurujuba.

    · Vila Ipiranga

    Data: 24 de janeiro de 2026, às 9h

    Local: Centro Cultural Cauby Peixoto – Alameda São Boaventura, 263 – Fonseca.

    · Boa Vista

    Data: 24 de janeiro de 2026, às 14h

    Local: UMEI Professor Nilo Neves – Rua Silveira da Mota, s/n° – Comunidade Boa Vista.

    O PVNM trabalha para desenvolver soluções que possam ser replicadas nas 83 comunidades do município. Pau-Ferro, Vila Ipiranga e Boa Vista foram selecionadas por representarem, respectivamente, realidades de pequeno, médio e grande porte em Niterói, permitindo uma análise completa de como o tamanho do território influencia desafios e soluções nos eixos de urbanização, habitação, fortalecimento comunitário e desenvolvimento socioeconômico.

    “As audiências públicas são fundamentais para o Programa Vida Nova no Morro, porque é nelas que a política pública ganha escuta, sentido e legitimidade. Quando a população participa, o planejamento se qualifica e as decisões se fortalecem, e é assim que estamos construindo o Programa”, destaca a secretária municipal de Habitação e Regularização Fundiária, Marcele Sardinha.

    Sobre o Programa Vida Nova no Morro – O Vida Nova no Morro é uma iniciativa estruturante da Prefeitura de Niterói que articula políticas urbanas, sociais, habitacionais e de segurança pública de forma integrada. Coordenado pela SMHRF em parceria com o Escritório de Políticas Transversais, o programa conta com cooperação técnica do Banco Interamericano de Desenvolvimento (BID) e atuação intersetorial de diversos órgãos municipais.

    O programa atua em cinco eixos indissociáveis:

    1. Urbanização Sustentável e Resiliente: Intervenções como drenagem eficiente, contenção de encostas, qualificação de espaços públicos e saneamento básico.

    2. Melhorias Habitacionais: Ações de reboco, pintura, adequação de telhados, acessibilidade e combate à umidade para promover conforto e segurança.

    3. Fortalecimento Comunitário: Processo contínuo de formação, apoio a iniciativas culturais, educação ambiental e incentivo à economia solidária.

    4. Desenvolvimento Socioeconômico: Parcerias para capacitação profissional, com foco em mulheres chefes de família e jovens, em áreas como construção civil, tecnologia e economia criativa.

    5. Segurança Cidadã: Planejamento integrado ao Pacto Niterói Contra a Violência, com requalificação de espaços públicos para estimular a convivência e a ocupação positiva do território.

    Para a gestora do Escritório de Políticas Transversais de Direitos e Cuidados, Fernanda Sixel Neves, a participação dos moradores amplia as soluções pensadas para cada comunidade.

    “A participação popular não é um detalhe ou uma etapa do projeto; é o alicerce permanente do Vida Nova no Morro. Só com a escuta ativa e o engajamento direto dos moradores podemos construir transformações urbanas que sejam, de fato, sociais e duráveis”, declarou.

    Lançado o Verão Mais Maricá com programação gratuita em diversos pontos do município

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    A Prefeitura de Maricá lançou a campanha Verão Mais Maricá, iniciativa que reúne atividades gratuitas de lazer, cultura e turismo para moradores e visitantes durante o período de verão.

    A Prefeitura de Maricá lançou a campanha Verão Mais Maricá, iniciativa que reúne atividades gratuitas de lazer, cultura e turismo para moradores e visitantes durante o período de verão.

    A proposta integra as belezas naturais do município a ações culturais, esportivas e serviços públicos, oferecendo opções acessíveis em diferentes regiões da cidade. O roteiro contempla praias, lagoas, cachoeiras, trilhas e pontos turísticos, além de equipamentos culturais como o Cine Henfil, a Casa de Cultura, o Museu Darcy Ribeiro, a Casa das Utopias e o Planetário de Itaipuaçu.

    Para garantir o acesso às atividades, o município disponibiliza transporte público gratuito por meio do sistema Tarifa Zero, que inclui ônibus Vermelhinhos, vans e bicicletas Vermelhinhas. A segurança conta com atuação integrada da Guarda Municipal e da Polícia Militar, com ações preventivas em áreas de grande circulação.

    Programação para todas as idades

    Entre os atrativos turísticos estão o Farol de Ponta Negra, a Gruta da Sacristia, a Pedra do Elefante, a Cachoeira do Espraiado e a Pedra do Macaco, além da rede gastronômica local formada por quiosques, bares e restaurantes.

    Com aproximadamente 46 quilômetros de orla, entre Itaipuaçu e Jaconé, Maricá oferece praias voltadas ao lazer em família e à prática esportiva. As áreas contam com monitoramento contínuo e atuação preventiva da Defesa Civil para a segurança dos banhistas.

    A programação de verão inclui atividades esportivas nas orlas e praças, como aulões na areia, circuito de pesca, altinha e futevôlei, além de colônias de férias para crianças e shows gratuitos com artistas do projeto Pratas da Casa.

    Gabinete de Gestão Integrada Municipal interdita clínica de estética clandestina em Niterói

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    Uma ação conjunta do Gabinete de Gestão Integrada Municipal (GGIM) da Prefeitura de Niterói, da Polícia Civil e da Vigilância Sanitária interditou uma clínica de estética clandestina no Centro da cidade.

    Uma ação conjunta do Gabinete de Gestão Integrada Municipal (GGIM) da Prefeitura de Niterói, da Polícia Civil e da Vigilância Sanitária interditou uma clínica de estética clandestina no Centro da cidade. O estabelecimento funcionava sem licença e oferecia procedimentos estéticos irregulares.

    Durante a operação, foram encontrados materiais e documentos que serão analisados pela Polícia Civil. A clínica também possuía uma câmara de bronzeamento artificial ilegal, proibida pela Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) devido aos riscos de câncer de pele.

    A ação faz parte da Operação Pharmakon, que tem como objetivo proteger a saúde pública e coibir práticas irregulares. O estabelecimento foi interditado e o responsável conduzido à delegacia. Outras operações estão previstas para diferentes regiões da cidade.

    O nome Pharmakon tem origem na língua grega e carrega um duplo significado — “remédio” e “veneno”. O termo expressa a ambiguidade da medicina, que pode ser usada para curar ou causar dano, simbolizando o risco e o perigo representados por falsos profissionais e clínicas clandestinas que oferecem tratamentos irregulares sob aparência de legalidade.

    O secretário do GGIM, Felipe Ordacgy, afirmou que a Pharmakon faz parte da nova linha de operações integradas com as forças de segurança voltadas à área de saúde pública.

    “Estamos fortalecendo a integração com as forças de segurança e os órgãos de fiscalização municipal para proteger a população e coibir práticas criminosas que colocam a saúde das pessoas em risco. A população procura estes estabelecimentos almejando rejuvenescimento e beleza, mas na verdade são expostos à diversos riscos contra a saúde e a vida”, afirmou o secretário.

    Durante a ação, a Vigilância Sanitária municipal lavrou autos de infração e termos sanitários contra o estabelecimento. Um dos autos foi emitido pelo funcionamento irregular da clínica, que realizava atividades de estética e outros serviços de cuidados com a beleza sem licença sanitária e sem responsável técnico legalmente habilitado.

    Segundo o delegado titular da 81ªDP (Itaipu), Deoclecio Assis, o trabalho integrado entre os órgãos reforça o compromisso com a segurança da população.

    “Esses locais funcionam à margem da lei e colocam em risco a saúde e a vida de pessoas que buscam tratamento. A integração entre a Polícia Civil, o GGIM e a Vigilância Sanitária é essencial para identificar, interditar e responsabilizar os envolvidos. A polícia civil reafirma seu compromisso institucional de permanecer em defesa de quem precisar”, destacou o delegado.

    Outro auto de infração foi aplicado pela realização de bronzeamento artificial, prática proibida em todo o território nacional pela Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa), conforme a Resolução RDC nº 56/2009, devido aos graves riscos à saúde.

    Além disso, foi lavrado um Auto de Apreensão e Inutilização dos medicamentos injetáveis encontrados no local. Os produtos estavam armazenados em um estabelecimento que operava de forma clandestina, o que representa risco à saúde pública.

    As irregularidades serão apuradas nos âmbitos administrativo e policial. A operação reforça a atuação integrada dos órgãos municipais e das forças de segurança no combate a práticas ilegais que colocam a população em risco.

    A Operação Pharmakon não só busca coibir práticas que colocam em risco a saúde da população, como também se alinha diretamente às estratégias de conscientização do Dezembro Laranja, alertando sobre os perigos da exposição ultravioleta sem proteção e a importância do cumprimento das normas sanitárias.

    Dados de câncer de pele no Estado do Rio de Janeiro:

    • Mais de 21 000 novos casos de câncer de pele não melanoma são esperados a cada ano.

    • O melanoma, embora menos incidente, também representa um número relevante de diagnósticos, com estimativa de cerca de 540 novos casos por ano no estado.

    • Em 2018, foram contabilizadas 173 mortes por câncer de pele não melanoma no estado, dados que evidenciam a necessidade contínua de ações preventivas e de fiscalização.

    Esses números reforçam a urgência de campanhas educativas como o Dezembro Laranja, especialmente em regiões litorâneas e ensolaradas, onde a exposição aos raios ultravioleta é mais frequente.

    Combate ao vandalismo e à baderna: Secretaria de Segurança Cidadã de Maricá realiza operação contra baderneiros no município

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    A Secretaria de Segurança Cidadã de Maricá, liderada pelo secretário Júlio Veras, com o apoio da Guarda Municipal de Maricá e do PROEIS, realizou uma operação na RJ-114, na altura do Instituto Federal Fluminense (IFF), e em Ponta Negra, próximo ao DPO, com o objetivo de coibir ações de vândalos e identificar baderneiros.

    A Secretaria de Segurança Cidadã de Maricá, liderada pelo secretário Júlio Veras, com o apoio da Guarda Municipal de Maricá e do PROEIS, realizou uma operação na RJ-114, na altura do Instituto Federal Fluminense (IFF), e em Ponta Negra, próximo ao DPO, com o objetivo de coibir ações de vândalos e identificar baderneiros. A ação aconteceu das 9h às 11h desta sexta-feira (16/01).

    De acordo com as informações, a operação deteve cinco marginais que portavam maconha dentro de um ônibus da EPT. Os indivíduos admitiram que estavam indo para Ponta Negra com a intenção de praticar furtos contra banhistas e comerciantes.

    Os detidos foram encaminhados para a 82ª DP (Delegacia de Polícia de Maricá), onde permanecem presos.

    As operações vão continuar em horários estratégicos, como forma de combater o vandalismo no município de Maricá.

    FOTO: FELIPE ROJAS/LSM

    Maricá F.C luta, mas perde para o Vasco na estreia do Carioca

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    O Maricá F.C iniciou sua caminhada no Cariocão Superbet 2026 com derrota. Enfrentando um Vasco completo em São Januário, o Tsunami lutou até o final, mas acabou derrotado pelo Cruz-Maltino por 4 x 2.

    O Maricá F.C iniciou sua caminhada no Cariocão Superbet 2026 com derrota. Enfrentando um Vasco completo em São Januário, o Tsunami lutou até o final, mas acabou derrotado pelo Cruz-Maltino por 4 x 2. A partida foi aberta, com inúmeras chances de gol para os dois lados.

    O Vasco saiu na frente logo aos seis minutos do primeiro tempo, com gol do garoto Rayan, após grande defesa de Yuri. O novo paredão maricaense foi um dos grandes nomes do Tsunami na partida. Em um dos lances mais bonitos do jogo, fez uma defesa impressionante após uma linda bicicleta do volante Thiago Mendes, aos 23 minutos do primeiro tempo. Mas, logo na sequência, o Vasco ampliou o placar com um chute da entrada da área do meia Philippe Coutinho.

    Perdendo por 2 x 0, o Maricá F.C foi à luta e diminuiu com o estreante Alex Azeredo, que bateu de primeira na entrada da pequena área após cabeceio do também debutante Rafael Forster, aos 37 minutos do primeiro tempo. Três minutos depois, o lateral-esquerdo vascaíno Lucas Pitonfoi expulso ao se jogar nas pernas de Pablo Thomaz, que partia livre na entrada da área em direção ao gol de Léo Jardim.

    Logo nos primeiros minutos do segundo tempo, o Vasco, com um a menos, marcou o terceiro e o quarto gols, com Rayan novamente, aos quatro minutos, e o zagueiro Carlos Cuesta, aos oito. O Maricá diminuiu aos 15 minutos, com um gol de cabeça do meia Marcelo após cobrança de escanteio do meia Caio Vítor.

    O treinador Reinaldo lamentou o resultado, mas oconsiderou normal pelas circunstâncias da partida:

    “Enfrentamos um Vasco completo dentro de São Januário. Há menos de um mês esse time estava disputando uma final de Copa do Brasil. Agora é analisar o que fizemos aqui, corrigir os erros e buscar a reabilitação na próxima rodada”, completou.

    O azul, vermelho e branco de Maricá se prepara para buscar a reabilitação no próximo domingo, às 20h30min, contra a Portuguesa, no Estádio Luso-Brasileiro, na Ilha do Governador.

    A Revolta do Roblox: entenda o protesto virtual realizado por crianças e adolescentes

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    Batizado de “A Revolta do Roblox”, o protesto eclodiu após a implementação de novas e rigorosas regras de segurança que restringiram o uso do chat para crianças e adolescentes.

    Em um movimento inédito que transcendeu as barreiras entre o virtual e o real, a plataforma de jogos Roblox se tornou palco de uma manifestação massiva de seus usuários mirins. Batizado de “A Revolta do Roblox”, o protesto eclodiu após a implementação de novas e rigorosas regras de segurança que restringiram o uso do chat para crianças e adolescentes. O episódio, marcado pela criatividade e pelo humor ácido dos jovens jogadores, reacendeu o debate sobre a proteção de menores no ambiente digital e a responsabilidade das grandes plataformas.

    O estopim da revolta foi a atualização global das políticas de comunicação do Roblox, efetivada em 7 de janeiro de 2026. A mudança exige que os usuários comprovem sua idade por meio de verificação facial e limita as interações no chat a faixas etárias semelhantes. A medida visa, primariamente, impedir que menores de 16 anos se comuniquem livremente com adultos, um esforço para combater a atuação de predadores sexuais na plataforma.

    O contexto para essa alteração é de crescente pressão legal e social. O Roblox, que conta com mais de 150 milhões de usuários ativos diários e é extremamente popular entre crianças e adolescentes, tem sido alvo de críticas e processos judiciais, como uma ação movida no estado da Louisiana, nos Estados Unidos, que acusa a empresa de falhas na proteção de menores. No Brasil, a discussão ganhou força com a sanção de leis que buscam coibir a chamada “adultização” infantil e a criação do Estatuto Digital da Criança e do Adolescente.

    A Criatividade da Manifestação Virtual

    A reação dos jogadores foi imediata e surpreendente. Utilizando seus avatares, os usuários organizaram “passeatas” virtuais, exibindo cartazes com frases de protesto que rapidamente viralizaram nas redes sociais. A manifestação demonstrou a capacidade de mobilização e a sagacidade cultural da nova geração.

    Entre as mensagens mais notáveis e engraçadas, que misturavam ironia e referências culturais, estavam frases como “Quero injustiça”, “Não tem chat? Que usem as placas”, “Afasta de nois esse cale-se, pai” e “O Roblox tem que dar o chat porque não somos cavalos, somos pessoas”.

    Apesar do tom de brincadeira, a mobilização reforça o papel do Roblox como um espaço que vai além do entretenimento, servindo como um ambiente de expressão social e política para o público infantojuvenil.

    O Alvo Injusto: O Caso Felca

    Um dos aspectos mais controversos do movimento foi o ataque direcionado ao youtuber Felca. Conhecido por suas denúncias sobre a exposição e “adultização” de crianças na internet, o influenciador foi erroneamente apontado pelos manifestantes como o responsável pelas novas regras de segurança.

    Felca relatou ter recebido mensagens agressivas e até ameaças de morte em suas redes sociais, com seu nome sendo exibido em cartazes virtuais durante os protestos. O episódio ilustra a dificuldade em discernir a origem de decisões corporativas e regulatórias, levando a um direcionamento equivocado da frustração dos usuários.

    O Posicionamento das Autoridades

    O Governo Federal brasileiro, atento ao tema, também se manifestou sobre a “Revolta do Roblox”. Embora tenha feito uma paródia bem-humorada dos cartazes dos jogadores, adaptando-os para temas como a jornada de trabalho (“Quero o fim da escala 6×1”), o governo fez questão de ressaltar a seriedade da questão da segurança digital.

    “Foi engraçado, mas os riscos que crianças correm na internet não têm graça nenhuma e o Governo do Brasil trabalha muito sério pra protegê-las”, diz a nota oficial, reforçando o compromisso com a proteção de crianças e adolescentes no ambiente virtual.

    Em última análise, a “Revolta do Roblox” é um sintoma da crescente complexidade da vida digital. Enquanto os jovens usuários reivindicam a liberdade de comunicação, as plataformas e os órgãos reguladores buscam equilibrar essa liberdade com a imperativa necessidade de proteger os mais vulneráveis de riscos reais, como o contato com predadores e a exposição a conteúdos inadequados. O protesto, em sua forma criativa e inesperada, serve como um lembrete de que o ciberespaço é um campo de batalha constante entre a expressão e a segurança.

    Prefeitura de Maricá leva serviços e vacinação para o Minha Casa, Minha Vida de Inoã

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    A Prefeitura de Maricá, por meio das secretarias de Assistência Social e Cidadania e Especial de Promoção das Comunidades e do Minha Casa Minha Vida, realiza uma Ação Social no conjunto habitacional de Inoã neste sábado (17/01), das 9h às 16h.

    A Prefeitura de Maricá, por meio das secretarias de Assistência Social e Cidadania e Especial de Promoção das Comunidades e do Minha Casa Minha Vida, realiza uma Ação Social no conjunto habitacional de Inoã neste sábado (17/01), das 9h às 16h. O evento vai oferecer emissão de carteira de identidade, atualização do Cadastro Único, cadastro de currículos, orientação para o mercado de trabalho e carreiras, emissão de segunda via de contas e negociação. As mulheres terão, ainda, aconselhamento jurídico e nutricional.

    Também haverá serviço de vacinação com aplicação da tríplice viral, contra febre amarela, contra influenza e contra covid (a partir de 12 anos). As gestantes a partir da 20ª semana de gestação terão à disposição a vacina dTpa, e aquelas que já estão com 28 semanas ou mais podem tomar a vacina contra bronquiolite.

    A ação conta também com a participação das secretarias de Trabalho e Emprego, de Defesa do Consumidor (Procon), de Saúde e de Políticas e Defesa dos Direitos das Mulheres, além do Banco Mumbuca, Enel e Águas do Rio.

    Maricá amplia valor do benefício destinado às famílias de Pessoas com Deficiência

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    A Prefeitura de Maricá, por meio da Secretaria da Pessoa com Deficiência e Inclusão, informa que o Auxílio Cuidar passou por um reajuste de 6,8% e teve seu valor atualizado para R$ 1.621,00, pago em Moeda Social Mumbuca

    A Prefeitura de Maricá, por meio da Secretaria da Pessoa com Deficiência e Inclusão, informa que o Auxílio Cuidar passou por um reajuste de 6,8% e teve seu valor atualizado para R$ 1.621,00, pago em Moeda Social Mumbuca. O aumento de R$ 103,00, em relação ao valor anterior de R$ 1.518,00, acompanha o novo salário mínimo e reafirma a política municipal de garantir dignidade, previsibilidade e segurança financeira às famílias atendidas.

    O benefício é pago mensalmente, sempre entre os dias 15 e 20, e atende atualmente cerca de 2.600 pessoas e famílias, sendo uma das principais ações de proteção social do município voltadas à inclusão.

    “Esse reajuste não é apenas um número. Ele representa respeito às famílias, valorização de quem cuida diariamente e a certeza de que Maricá segue tratando a inclusão como prioridade. Nosso compromisso é garantir que esse apoio acompanhe o custo de vida e chegue todo mês com regularidade”, destacou a secretária da Pessoa com Deficiência e Inclusão, Tatiana Castor.

    Auxílio Cuidar

    O Auxílio Cuidar é um benefício municipal destinado a pais ou responsáveis legais de Pessoas com Deficiência (PcD) que necessitam de cuidados em tempo integral. A iniciativa oferece apoio financeiro para auxiliar nas despesas do dia a dia, garantindo melhores condições de cuidado, fortalecendo a autonomia, a permanência no convívio familiar e a inclusão social.

    O programa complementa o custeio de cuidados relacionados à saúde, higiene, alimentação e outras necessidades essenciais de pessoas com limitações severas ou que demandam acompanhamento contínuo, como pessoas com Transtorno do Espectro Autista (TEA).

    Niterói oferece serviços veterinários gratuitos no Fonseca

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    Início do ano também é tempo de cuidar da saúde dos animais de estimação. Neste sábado (17), a Prefeitura de Niterói, por meio da Coordenadoria Especial de Direitos dos Animais (Ceda), vai promover, no Fonseca, mais uma edição do projeto Ação Animal

    Início do ano também é tempo de cuidar da saúde dos animais de estimação. Neste sábado (17), a Prefeitura de Niterói, por meio da Coordenadoria Especial de Direitos dos Animais (Ceda), vai promover, no Fonseca, mais uma edição do projeto Ação Animal. Serão oferecidos diversos serviços gratuitos no Centro de Controle Populacional de Animais Domésticos (CCPAD), como vacinação antirrábica e tratamento de esporotricose, infecção que afeta a pele e é causada por um fungo.

    Haverá atendimento das 9h às 13h. Vacinação antirrábica, orientação veterinária e tratamento de esporotricose serão por ordem de chegada. Já a microchipagem é limitada a cem unidades para cães e gatos, com um cadastro por CPF.

    O coordenador da Ceda, Marcelo Pereira, explica que o procedimento não oferece risco para os bichinhos.

    “A aplicação do microchip é gratuita, não tem nenhuma contraindicação e funciona por toda a vida do animal. Do tamanho de um grão de arroz, a gente introduz o dispositivo com uma seringa própria para isso. O animal sente uma pequena pontada como se fosse uma vacina. Cada microchip tem um número único e, por isso, é fácil identificar o tutor caso o animal se perca”, detalha ele.

    O projeto Ação Animal é itinerante e já aplicou mais de cinco mil microchips em cães e gatos de Niterói. A microchipagem consiste no armazenamento das informações sobre o tutor responsável, com referência e endereço, o histórico de vacinação do animal, dados sobre nascimento e eventual castração. Para participar da iniciativa, é necessário apresentar os documentos do tutor do animal e comprovante de residência de Niterói, além de estar com o pet no local. O cadastro é feito na hora.

    O endereço do Centro de Controle Populacional de Animais Domésticos (CCPAD) é Travessa Luís de Matos 105, Fonseca.

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