Na manhã do último domingo (11/06) a equipe da Diretoria Operacional de Coleta, Resíduos e Varrição da Somar realizou o projeto “Praia Mais Limpa” no bairro de Ponta Negra (Maricá). A ação tem como objetivo realizar a limpeza nas praias de Maricá e conscientizar os moradores e turistas sobre a importância do meio ambiente. Vale destacar que o trabalho é feito em parceria com o Movimento Recicla Maricá.
De acordo com informações, o trabalho deste fim de semana foi concentrado na Praia de Sacristia.
Além da limpeza, foram entregues sacolas biodegradáveis.
A Campanha Internacional para Abolir as Armas Nucleares (Ican) anunciou através de um relatório que os gastos globais com armas nucleares US$ 82,9 bilhões e que em 2022 representou o terceiro ano consecutivo nos investimentos em ogivas atômicas, ou seja, a cada ano vem apresentando um aumento significativo e já chegou em alta histórica.
Atualmente o mundo passa por diversos confrontos, sendo o principal entre Rússia e Ucrânia, além de trocas de acusações entre EUA e China, isso aumenta o medo de um confronto nuclear.
Os 9 países com bombas nucleares seguem modernizando e expandindo seus arsenais. Vale destacar que empresas do ramo vêm lucrando consideravelmente nesses últimos anos.
China, EUA, Rússia, Israel, Coreia do Norte, França, Reino Unido, Índia e Paquistão, juntos gastaram US$ 82,9 bilhões, sendo assim 3% a mais que em 2021.
Segundo a Ican, pela primeira vez em décadas, o público geral está sendo confrontado com a ameaça real de um ataque nuclear.
Foi anunciado no último domingo (11), pela Marinha do Brasil, o alerta para ressaca no mar em parte do litoral do Estado do Rio de Janeiro, sendo assim Maricá está no radar como uma das cidades que terão essa ressaca, ou seja, é melhor não curtir a praia nos próximos dias.
De acordo com informações, o alerta é válido a partir desta segunda-feira (12). As ondas podem chegar a 2,5 metros.
Lembrando que não é indicado os banhistas curtirem as praias de Maricá durante este alerta, pois o risco de afogamento é grande.
Há um tempo o Conexão do Povo anunciou que o ano de 2023 está sendo o ano dos concursos públicos em Maricá, essa informação se confirmou ainda mais na última semana, pois a Fundação Estatal de Saúde de Maricá (Femar) iniciou os preparativos para o novo concurso público. A banca organizadora da seleção foi formada e definida.
De acordo com informações, o concurso é formado por 3 servidores que ficarão responsáveis por seguir os preparativos.
Ainda não há informações sobre cargos, números de vagas, salários e requisitos, pois continua sendo iniciado.
Vale destacar que uma instituição será escolhida para a aplicação das provas.
Além desta citada no texto acima, em Maricá teremos concurso da Secretaria de Educação e Sanemar.
A Sanemar tem o contrato com a Universidade Federal Fluminense (UFF), sendo assim a organização já foi decidido e ficará responsável por receber as inscrições da seleção, além da aplicação das provas.
Já para a Secretaria de Educação foram levantados os seguintes cargos que serão possivelmente contemplados são: terapeuta ocupacional, assistente social, nutricionista, psicólogo e professor.
Vale destacar que a secretaria está em conversa com a UFF para a realização do concurso.
As Bibliotecas Populares de Niterói são espaços repletos de conhecimento, cultura e arte, e são esses atrativos que aproximam os mais de 9,5 mil usuários cadastrados na rede até as prateleiras dos livros. O número é 21% maior que em 2021, quando havia 7,5 mil inscritos. São seis bibliotecas abertas, que já contabilizam mais de 11 mil empréstimos de obras. Leituras que despertam a criatividade, agregam sabedoria e abrem portas para o universo fascinante da literatura.
O sistema de Bibliotecas Populares de Niterói ainda vai além das atividades de leitura, pesquisa e estudos. Elas se tornaram pontos de cultura, possibilitando a troca de experiências entre seus frequentadores. Essa nova concepção de biblioteca tem contribuído, cada vez mais, para aproximar a população e dar oportunidades para que anônimos, artistas e intelectuais compartilhem sua arte e conhecimento, incentivando o desenvolvimento da vida sociocultural da cidade e fomentando o prazer pela leitura.
Para o secretário de Educação e presidente da Fundação Municipal de Educação (FME), Bira Marques, é fundamental incentivar o hábito da leitura, sem esquecer da importância da socialização.
“As bibliotecas são espaços diversos, múltiplos. É incrível saber que, além da leitura, conseguimos agregar conhecimento através de eventos, oficinas e apresentações artísticas, musicais e culturais. O nosso objetivo é que o usuário seja a peça-chave do sistema, e que não só frequente os espaços, mas pertença a eles”, declarou.
A gestão do sistema é feita pela Secretaria Municipal de Educação (SME), através da Subsecretaria de Políticas Educacionais Transversais (SSPET). O atendimento em cada unidade é feito por uma equipe formada por bibliotecários, servidores públicos e estagiários. As atividades e acervo abrangem os mais variados segmentos: bebês, crianças, jovens, adultos, idosos e candidatos a uma vaga em concursos públicos.
O estudante Rodrigo de Carvalho, de 21 anos, começou a frequentar a Biblioteca Cora Coralina, no Centro de Niterói, no final de 2022, em busca de um espaço mais tranquilo para ler e estudar.
“Estar aqui é muito importante para aumentar o meu conhecimento sobre diversos assuntos, sobre a história da minha cidade e outros temas em geral. Estar na biblioteca permite que você tenha um foco maior para estudar as matérias da escola e para se dedicar a outras leituras. Além do conhecimento, os livros contribuem para a nossa formação e permitem compreender a realidade que vivemos”, destacou.
Entre as atividades desenvolvidas pelas bibliotecas, podemos citar: oficinas; palestras de interesse social; ações de cidadania; atividades literárias como contação de histórias, saraus, apresentações, encontros com autores; campanhas de doação de acervo; parcerias com universidades em projetos de extensão; e atividades culturais na cidade de Niterói.
Por estarem localizadas próximas a instituições como Programa Médico de Família, postos de saúde, Centros de Referência e Assistência Social (CRAS), associações de moradores e escolas públicas, as Bibliotecas Populares de Niterói também promovem atividades como campanhas de vacinação, cuidados e orientações referentes à saúde, palestras informativas sobre programas sociais dos governos, ações voltadas para orientação profissional, além de atividades externas, como passeios e visitações a museus e outros equipamentos culturais.
A Coordenadora Geral das Bibliotecas, Fernanda Frambach, ressaltou que o objetivo da ampliação de atividades é garantir o direito à informação, à cultura, à cidadania e à literatura.
“As ações desenvolvidas são pensadas para que os usuários reconheçam estes locais enquanto espaços de convivência, de partilha de saberes e expressão de sua realidade. Nosso desejo é que as Bibliotecas Populares de Niterói sejam um ponto de encontro comunitário, aberto, gratuito, acolhedor e democrático, onde todos possam se sentir pertencentes e constituidores de memórias e conhecimentos”, destacou.
Parceria – Em 2018, a SME e a FME fecharam uma parceria com a UNIRIO, através dos Programas de Pós-Graduação em Biblioteconomia e Memória Social. Trata-se do projeto de extensão “Comunidade de Práticas em Bibliotecas Públicas”, coordenado pela professora Daniele Achilles. Segundo ela, entre as ações previstas está o investimento na automação e sistematização dos acervos, a inserção da acessibilidade nestes espaços e a inclusão sociodigital das comunidades.
“Queremos incentivar o desenvolvimento do espaço da biblioteca pública como um lugar de experiências, vivências e de encontro. O Sistema de Bibliotecas Populares de Niterói vem construindo esses espaços como lugares antropológicos porque são feitos por pessoas, com pessoas e para pessoas”, concluiu.
A agenda mensal com toda a programação das atividades promovidas pelo Sistema de Bibliotecas Populares pode ser conferida através das redes sociais de cada unidade. Para se cadastrar, basta comparecer a uma das unidades, levando um documento de identificação com foto e um comprovante de residência. O horário de atendimento é das 8h às 17h. Confira os endereços das unidades que participam do Sistema de Bibliotecas Populares de Niterói.
Localização e funcionamento das bibliotecas
Biblioteca Popular Municipal Aguinaldo Pereira de Macedo
Endereço: Rua Tenente Osório, 73 – Vila Ipiranga, Fonseca
Contatos: E-mail: bibpopaguinaldo@educacao.niteroi.rj.gov.br
Telefone: 3607-8479
Biblioteca Popular Municipal Anísio Teixeira
Endereço: Rua Lopes Trovão, s/n – Campo de São Bento, Icaraí
Horário de funcionamento: Segunda à sexta, de 8h às 17h
Contato: E-mail: bibpopanisio@educacao.niteroi.rj.gov.br
Telefone: 2719-6486
Biblioteca Popular Municipal Cora Coralina
Endereço: Rua São Pedro, 108 – Centro, Niterói
E-mail: bibpopcora@educacao.niteroi.rj.gov.br
Telefone: 2717-3289
Biblioteca Popular Municipal Lídice Fróes Rodrigues
Endereço: Av. Carlos Ermelindo Marins, 34, CEU – Jurujuba
E-mail: bibpoplidice@educacao.niteroi.rj.gov.br
Telefone: 2715-4020
Biblioteca Popular Municipal Monteiro Lobato
Endereço: Rua Luiz Palmier, s/n – Barreto, Niterói
E-mail: bibpopmonteiro@educacao.niteroi.rj.gov.br
Telefone: 2704-2045
Biblioteca Popular Municipal Silvestre Mônaco
Endereço: Rua Jornalista Sardo Filho, s/n, CSU – Ilha da Conceição
E-mail: bibpopsilvestre@educacao.niteroi.rj.gov.br
Telefone: 2719-6901.
Na próxima terça-feira (13/06) será inaugurado em Itaipuaçu (Maricá-RJ) o novo Campus de Educação Pública Transformadora (CEPT), também conhecido como CEPT Leonel de Moura Brizola. As obras da estrutura foram antecipadas, pois a inauguração estava marcada para julho.
De acordo com informações, a estrutura está em uma área de 24 mil m² na Avenida Jardel Filho, a escola tem capacidade de atender 5 mil alunos e funcionará com ensino fundamental.
A escola conta com 81 salas, sendo 22 com telas interativas, além de laboratórios e futuramente espaço de lazer.
A área também contará com intercâmbio cultural e pedagógico com a China.
No último sábado (10/06), rodada valendo pela Taça Santos Dumont (Séria A2 do Carioca), o Maricá FC empatou com o Olaria por 2 a 2. O jogo aconteceu no Estádio Moça Bonita (Bangu-RJ).
O primeiro tempo começou bem para o clube maricaense que iniciou abrindo o placar com gol de Chula, porém, a partir daí boas chances foram demonstradas pelas ambas as equipes, no entanto, aos 43 minutos, Xandinho aproveitou o rebote e igualou o placar.
Já no segundo tempo, ambas as equipes marcaram, sendo assim terminado em 2 a 2.
Para alguns o resultado foi justo, pois os times atacaram e defenderam bem, mostrando um certo equilíbrio.
A Secretaria de Participação Popular, Direitos Humanos e Mulher participou neste sábado (10/06), do 1° Seminário Fé e Política, no auditório do Banco Mumbuca, no Centro.
Buscando promover uma reflexão sobre a estreita relação entre fé, política e direitos humanos, o evento surgiu do princípio que a construção dos direitos humanos foi intimamente influenciada pelo cristianismo, que, em suas bases bíblicas, sempre esteve com os excluídos.
“Estamos convidando as pessoas a participarem conosco desse processo porque Maricá é a vanguarda do movimento econômico, político e social. Mas esse é só um start desses encontros. Agradeço desde já a presença de todos. Que Deus nos guie e acompanhe”, declarou Marco Clemente, subsecretário de Participação Popular, Direitos Humanos e Mulher.
Bacharel em Teologia, o coordenador de Assuntos Religiosos da Secretaria de Participação Popular, Direitos Humanos e Mulher, Oliver Goiano falou sobre o tema “Fé e Política: eis a questão!”.
“Cabe a nós reconhecermos que a liberdade religiosa é acima de tudo um preceito cristão. A intolerância religiosa é, acima de tudo, um fenômeno do qual nós, evangélicos, também somos responsáveis. Por isso, precisamos fazer uma reflexão. Os direitos humanos virão quando entendermos que temos que respeitar as diferenças”, afirmou Oliver.
Advogado, bacharel em direito pela UERJ, Leonardo Quintão abordou o tema: “A construção dos Direitos Humanos, uma reflexão necessária” e levou os participantes a um verdadeiro resgate histórico.
“Ao fim da Segunda Guerra Mundial com a derrotada do nazismo, os países pensaram muito sobre a questão dos direitos humanos, que é algo que a gente vive no dia a dia. O Estado Democrático de Direitos tem como fundamentos a dignidade da pessoa humana. Pouco importa sua religião, a cor da sua pele, se você é pobre ou rico. Todos somos seres humanos, possuímos valor. Não podemos abrir mão da nossa dignidade”, refletiu Leonardo Quintão.
Assistente Social pela UFF, a coordenadora do curso de Serviço Social da Universidade de Vassouras Campus Maricá, Vânia Dutra, fez uma síntese sobre “Direitos Humanos e os desafios na atualidade”.
“A formação social dos estados brasileiros sempre foi de privilegiar quem tem mais. A gente passou por um desgoverno pautado no ódio e na desigualdade. Temos que acabar com esse discurso de incitação ao ódio e à discriminação, reduzir as desigualdades sociais e raciais, elaborar políticas públicas promotoras de vida e não de morte”, frisou Vânia Dutra.
Vale destacar também a participação da professora Vânia Quintão, assistente social graduada pela UFF e especialista em Gestão de Pessoas e Gestão de Projetos Sociais mediando o encontro e o debate.
A Moeda Arariboia vai completar 18 meses desde o seu lançamento, em dezembro de 2021. A Prefeitura Municipal de Niterói já investiu mais de R$ 150 milhões no programa que ajuda a transformar a realidade de mais de milhares de famílias da cidade e ainda movimenta a economia em comércios periféricos. O programa é o responsável pela renda mensal de famílias em vulnerabilidade social.
O secretário municipal de Assistência Social e Economia Solidária, Elton Teixeira, é o gestor do programa na prefeitura. Ele reforça que a Moeda Social é mais que um programa de transferência de renda.
“A Moeda Social Arariboia veio para transformar a realidade de milhares de moradores de Niterói. Mais que oferecer renda à população que necessita, o programa tem um viés que oferta cursos dentro dos Centros de Referência da Assistência Social (CRAS) e promove a capacitação com o intuito de gerar renda e proporcionar a autonomia das famílias. O uso da moeda social também é um potencializador do comércio periférico que ganhou visibilidade e uma renda extra ao comercializar produtos e serviços em Arariboia”, explica o secretário.
O programa de transferência de renda permanente paga um valor mensal ao beneficiário cadastrado no CadÚnico. A partir do próximo mês, o número de famílias que recebem a moeda aumenta e serão aproximadamente de 37 mil famílias e mais de 90 mil pessoas que serão beneficiadas com o programa. Há 12 anos morando na Ititioca, Adriana da Silva tem 47 anos e dois filhos. Ela conta que ficou desempregada na pandemia e a moeda social tem ajudado muito a família.
“Estou desempregada e vivendo do auxílio. O Arariboia tem me ajudado muito. Se não fosse esse cartão, nem sei o que seria de mim. Esse é o sustento da minha casa. Como sou mãe solo, agradeço muito à prefeitura. Esse programa tem ajudado a gente da comunidade. Nunca pude fazer R$ 400 só de compra. Hoje, agradeço a Deus, em primeiro lugar, e ao prefeito que fez essa moeda e está me ajudando”, conta Adriana. A moradora ainda participa de oficinas de reciclagem e vai iniciar as aulas de multimídia no Centro de Convivência e Fortalecimento de Vínculos do Capim Melado que podem auxiliá-la a encontrar uma nova fonte de renda para a família.
Os beneficiários da Moeda Social Arariboia são famílias cadastradas no CadÚnico que se enquadram na definição de vulnerabilidade social de acordo com a faixa de renda. O valor do benefício varia conforme o número de membros da família. O valor inicial, para o primeiro membro, é de 250 arariboias. A partir daí, cada membro recebe 90 arariboias por até mais cinco pessoas, totalizando seis integrantes de uma mesma família, com valor máximo de 700 arariboias para famílias com seis membros. Esse valor deve sofrer alteração a partir do próximo mês. Uma mensagem executiva foi entregue ao presidente da Câmara de Vereadores, Milton Cal, na última quarta-feira (7). O anúncio foi feito pelo prefeito Axel Grael em transmissão ao vivo pelas redes sociais da prefeitura. A partir de julho, o benefício deve receber um reajuste de quase 20%, saindo de 293 arariboias para o primeiro membro da família e podendo passar dos 820 para famílias de 6 pessoas.
Transformação do comércio periférico – A Moeda Social Arariboia também exerce um importante papel na transformação do comércio nas comunidades. Com a aceitação da Arariboia como moeda circulante, os comerciantes também ganham a possibilidade de ampliar sua receita. Em um ano e meio, já são quase seis mil estabelecimentos cadastrados e aptos a aceitar o pagamento com a moeda social.
As moedas sociais cumprem um papel fundamental no desenvolvimento das comunidades já que permitem a criação de um mercado complementar e oferecem a possibilidade de se produzir e consumir dentro de um bairro ou município.
O comerciante que desejar cadastrar o seu negócio para receber a Moeda Arariboia como forma de pagamento de serviços e produtos deve se dirigir a uma das Agências do Banco Arariboia para se credenciar com CPF, RG, CNPJ (caso tenha), e-mail, número de telefone, comprovante de residência e dados de uma conta bancária tradicional.
O programa busca ampliar a geração de novos empregos e aumentar a renda dos comerciantes, empreendedores e prestadores de serviços cadastrados por toda a cidade. Em 18 meses, já foram executadas mais de 2 milhões de transações comerciais em Arariboia.
Recarga do cartão – No domingo (11), a Prefeitura de Niterói vai realizar mais uma recarga no cartão das famílias do Programa de Transferência de Renda. O crédito será referente ao mês de junho e pode ser utilizado nos quase 6 mil comércios cadastrados em Niterói.
A prefeitura de Maricá, por meio da Secretaria de Cultura, disponibiliza até às 17h da próxima segunda-feira (12/06) uma consulta pública para apurar demandas e necessidades do setor, a serem supridas pela verba obtida através da Lei Paulo Gustavo. O objetivo é garantir a melhor execução da Lei Complementar nº 195, de 08 de julho de 2022, também conhecida como Lei Paulo Gustavo, criada para incentivar a cultura e garantir ações emergenciais, especialmente aquelas necessárias devido às consequências da pandemia de Covid-19 no Brasil.
O município de Maricá deverá receber um total de R$ 1.392.786,77 dividido em quatro itens: R$ 737.898,43 (Art. 6º- I Apoio a Produções Audiovisuais); R$ 168.666,48 (Art 6º – II Apoio a salas de cinema); R$ 84.681,44 (Art. 6º – III Capacitação, formação e qualificação no audiovisual; apoio a cineclubes e a festivais e mostras); R$ 401.540,42 (Art. 8º Apoio às demais áreas da cultura que não o audiovisual).
A consulta pública é online e pode ser acessada no link https://docs.google.com/forms/d/e/1FAIpQLSfKDVv9Bm1DlB4bo3WwyralWU0Kc1lvdBOuHsGYa7. Nele, a sociedade civil poderá apresentar demandas para que a lei atenda às expectativas e possa promover o desenvolvimento do setor cultural. Ao entrar no formulário, o interessado precisa seguir algumas instruções: informar o nome completo, nome social/artístico, gênero, etnia/raça, escolaridade, nacionalidade, idade, se é pessoa com deficiência (PCD), quais atividades realiza na cadeia produtiva da cultura, entre outras informações solicitadas.
A iniciativa da lei presta homenagem ao ator niteroiense Paulo Gustavo, que faleceu em decorrência da doença em maio de 2021. A consulta é realizada em conjunto pelo Conselho Municipal de Políticas Culturais, o Fórum Permanente de Cultura e as Câmaras Setoriais de Cultura.
Em caso de dúvidas, a população pode enviar e-mail para conselho2023.culturamarica@gmail.com.
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