Mais de cinco mil pessoas lotaram o show emocionante do cantor e compositor Paulinho da Viola, no sábado à noite (14), na orla da Praia de São Francisco, na Zona Sul da cidade. O frio de 17º não impediu que o público vibrasse ao som do artista, que foi a principal atração da edição 2025 do Circuito Quatro Estações da Música, realizado pela Prefeitura de Niterói.
O espetáculo faz parte da turnê “Quando o samba chama”, em que ele celebra poetas do samba cantando clássicos que há anos não são levados ao palco, grandes sucessos e composições de outros nomes consagrados.
O prefeito de Niterói, Rodrigo Neves, assistiu ao show, cantou e vibrou no meio do público, acompanhado dos secretários municipais Leonardo Giordano (Cultura), Thaiana Ivia (Mulher) e André Diniz (Economia Criativa e Ações Estratégicas).
“Noite incrível, em que milhares de niteroienses têm o privilégio de ouvir grandes sucessos dessa lenda do samba e da cultura. Também tivemos a apresentação dos artistas DJ Chris Pantoja, André Abich, David Samba e o nosso querido Aprendiz Musical”, comemorou o prefeito.
Antes do espetáculo, Rodrigo Neves esteve no camarim para cumprimentar o artista, conversou sobre projetos culturais da cidade e relembrou um show marcante em 2005, na Praia de Icaraí.
Aos 82 anos e perto de completar seis décadas de carreira, Paulinho celebrou no palco sua longa trajetória ao lado dos filhos, que fizeram uma participação especial. A filha Bia Rabello prestou uma homenagem às mulheres e às sambistas do Brasil, cantando músicas de Dona Ivone Lara e Clementina de Jesus. João Rabello, filho do músico, também participou do momento especial.
“Eu comecei praticamente ao lado da Clementina, em 1965. Quando ouvi o disco dela, gravado anos e anos depois, eu fiquei impactado. Aí eu fiz um samba pensando nela, tendo como referência aquela voz incrível. Ela gostou e gravou. Ficou lindo. Depois eu tive a felicidade também de ouvir esse samba na voz de uma das nossas maiores cantoras de samba, Clara Nunes”, contou tocando em seguida a famosa música “Na Linha do Mar”.
Tema recorrente em suas composições, o mar ganha destaque em um repertório que resgata músicas há muito tempo ausentes dos palcos. “Mar Grande”, “Cidade Submersa”, “Timoneiro”, “Pra Jogar no Oceano” e “Argumento” foram revisitadas, ao lado de clássicos, como “Foi um Rio que Passou em Minha Vida”, “Onde a Dor Não Tem Razão” e “Pecado Capital”.
O repertório empolgou e emocionou o público do início ao fim. O professor universitário Marcelo Brandão Mattos, 55 anos, ficou emocionado e elogiou o show.
“Um show de talento e elegância. Paulinho é o homem mais elegante do Brasil! Seus sambas fazem parte da minha história. Eu fiquei emocionado do início ao fim!”, disse Marcelo.
Morador de Petrópolis, o vendedor Robson Geher, 54 anos, assistiu o show com a namorada Érika Cavichini, 50 anos, que é moradora de Niterói.
“O show do Paulinho foi maravilhoso, tudo bem legal e tinha bastante segurança. Foi maravilhoso! Nunca tinha visto o show do Paulinho ao vivo. Valeu muito a pena!”, afirmou o vendedor.
“Uma noite inesquecível na Praia de São Francisco! Paulinho da Viola deu um verdadeiro show, com sua elegância e talento. Ótima estrutura, público animado e um clima muito agradável. Foi bom demais!”, reforçou Érika.
Programação especial em 2025 – O Circuito Quatro Estações da Música contou com uma programação muito especial. A abertura ficou por conta da cantora Andrea Beat, que assumiu o palco ao lado de Davi do Samba. A DJ Cris Pantoja animou o público nos intervalos. Na sequência, a Orquestra de Sopros do Programa Aprendiz Musical, composta por cerca de 40 jovens, se apresentou com a participação especial das cantoras Nanda Garcia e Anibale.
O Aprendiz Musical é o maior programa de musicalização em escolas públicas do país, e conta com cerca de 10 mil crianças e jovens de até 24 anos em Niterói, com aulas gratuitas e instrumentos disponibilizados pela Prefeitura.
O Circuito Quatro Estações da Música é uma realização da Prefeitura de Niterói, por meio da Coordenadoria de Gestão de Eventos, com apoio da Fundação de Arte de Niterói (FAN) e da Secretaria Municipal das Culturas (SMC), com o patrocínio da Águas de Niterói.
A Prefeitura de Maricá, por meio da Secretaria de Políticas e Defesa dos Direitos das Mulheres, promoveu neste sábado (14/06) a 1ª Pré-Conferência Municipal de Políticas para Mulheres deste ano. O encontro, que ocorreu no Campus de Educação Pública Transformadora (CEPT) Leonel Brizola, em Itaipuaçu, reuniu autoridades municipais, movimentos sociais e sociedade civil para debater e construir projetos em defesa das mulheres.
Durante a reunião, foram apresentados alguns programas já implementados desde o início do ano. Entre eles estão: tendas informativas instaladas em grandes eventos da cidade, com profissionais de assistente social, psicólogos e advogados; van lilás; programa Ele por elas; distribuição de alimentos para mulheres em situação de violência doméstica; atendimento na Casa da Mulher com psicólogo, advogado e serviço de auriculoterapia; aulas de hidroginástica, defesa pessoal, entre outros projetos desenvolvidos pela pasta.
A secretária de Políticas e Defesa dos Direitos das Mulheres, Ingrid Bastos, reforçou que as pré-conferências são uma forma de apurar o que é necessário para ser implementado como política pública dentro do município direcionada ao público feminino. “Esses encontros servem para que a gente levante realmente o que é necessário ainda a ser discutido e o que que é importante de cada distrito para que seja averiguado e colocado em prática pelo governo”, apontou.
Ingrid Bastos adiantou que já está em fase de implementação o projeto “Mulheres Bilíngues”, direcionado para atender as mulheres estrangeiras que moram em Maricá, mas que ainda não falam Português. “Esse projeto, que já está em andamento aqui em Itaipuaçu, vai ser importante para elas. No entanto, também precisamos pensar em outras políticas para que essas mulheres consigam sobreviver aqui na cidade”, disse.
União feminina
Servidora da Câmara Municipal de Maricá, Bethânia Policarpo, de 37 anos, salientou a união entre as mulheres para que novas políticas públicas possam ser implementadas no município. “Essa união é muito importante para conhecermos quais são as políticas públicas, os projetos que já deram início ou que ainda não foram concretizados. Por isso, precisamos que todas as mulheres estejam juntas, porque assim minimiza as barreiras e as dificuldades de todas”, comentou.
Representante do Poder Legislativo, Kelly Bernardo destacou o debate na construção de políticas públicas que vão atender ao público feminino. “É um movimento muito importante para enxergarmos essas mulheres, enxergarmos os desafios que elas enfrentam todos os dias. É promover debates e políticas públicas que de fato vão atingir e melhorar a vida dessa mulher. Então, é um momento muito importante e eu fico feliz demais em estar aqui ocupando esse espaço como uma representante da Cãmara dos Vereadores de Maricá, construindo políticas públicas junto a essas mulheres”, relatou.
A segunda Pré-Conferência Municipal das Mulheres acontecerá no dia 28/06, no Campus de Educação Pública Transformadora (CEPT) Professora Zilca Lopes da Fontoura, no Centro, e a Conferência Municipal será nos dias 18 e 19 de julho.
O Oriente Médio vive dias de apreensão com a escalada do conflito entre Israel e Irã, que se intensificou a partir da noite de quinta-feira, 12 de junho. Quatro dias de ofensivas mútuas resultaram em um número crescente de vítimas e danos significativos, levantando preocupações sobre a estabilidade regional e global. A troca de ataques, que envolveu bombardeios aéreos e lançamento de mísseis, reacende o debate sobre as complexas dinâmicas geopolíticas da região e os potenciais desdobramentos para a economia mundial e a segurança internacional.
Cronologia dos Ataques
A escalada do conflito pode ser traçada a partir de uma série de eventos que se desenrolaram rapidamente:
Quinta-feira (12 de junho): O Irã relatou o início de ataques israelenses em seu território na noite de quinta-feira (horário de Brasília). Detalhes específicos sobre vítimas ou alvos não foram amplamente divulgados neste dia.
Sexta-feira (13 de junho): Israel iniciou sua ofensiva, alegando como motivação o suposto avanço nuclear iraniano. Bombardeios atingiram instalações militares e nucleares iranianas. Até o domingo, 15 de junho, 13 pessoas, incluindo três crianças, foram mortas em Israel desde o início da escalada na sexta-feira.
Sábado (14 de junho): O Irã reportou 60 mortes em ataques israelenses, metade delas crianças, após um míssil atingir um apartamento de 14 andares em Teerã. O número total de mortos no Irã desde quinta-feira atingiu 128.
Domingo (15 de junho): A madrugada de domingo foi marcada por sirenes de ataques aéreos em Jerusalém e Haifa, levando cerca de 1 milhão de pessoas a abrigos. Explosões foram ouvidas em Tel Aviv e Jerusalém. Mísseis iranianos causaram ao menos 10 mortos e 385 feridos em Israel durante a noite, com 22 locais de impacto identificados. O total de vítimas israelenses desde quinta-feira subiu para 14 mortos. Israel confirmou ataques em Teerã contra infraestrutura de produção de armas nucleares e navios-tanque de combustível. O Irã, por sua vez, afirmou que Israel atacou o depósito de petróleo de Sharan e uma refinaria perto da capital, causando um incêndio.
Balanço de Vítimas e Danos
O conflito tem deixado um rastro de destruição e perdas humanas em ambos os lados:
Israel:
• Mortos: 14 pessoas (até domingo, 15 de junho), incluindo 3 crianças.
• Feridos: 385 pessoas (até domingo, 15 de junho), sendo 7 em estado grave.
Irã:
• Mortos: 128 pessoas (até domingo, 15 de junho), sendo 60 no sábado, metade delas crianças.
Impactos na Economia Global
A escalada do conflito entre Israel e Irã tem gerado preocupações significativas nos mercados globais, principalmente devido ao seu potencial impacto nos preços do petróleo e na estabilidade econômica mundial. A região do Oriente Médio é crucial para o fornecimento global de energia, e qualquer agravamento do conflito pode ter repercussões severas.
Preço do Petróleo: A principal e mais imediata consequência econômica tem sido a volatilidade e o aumento nos preços do petróleo. Com o Irã sendo um importante produtor de petróleo, a instabilidade na região pode levar a interrupções no fornecimento e, consequentemente, a um aumento acentuado nos preços. Analistas alertam que o barril de petróleo pode chegar a US$ 150, o que impactaria diretamente o preço da gasolina em diversos países, incluindo o Brasil.
Mercados Globais: A tensão geopolítica tem abalado os mercados financeiros. As ações tendem a cair em cenários de incerteza, enquanto ativos considerados mais seguros, como o ouro, registram alta. Uma guerra prolongada e mais ampla na região pode abalar os mercados de energia e as rotas comerciais, gerando um cenário de aversão ao risco e impactando o comércio internacional.
Inflação: O aumento dos preços do petróleo e a instabilidade nas cadeias de suprimentos podem contribuir para o aumento da inflação global, pressionando bancos centrais a manterem ou elevarem as taxas de juros, o que pode desacelerar o crescimento econômico.
Respostas Internacionais
Estados Unidos
Os Estados Unidos, sob a administração de Donald Trump, têm demonstrado apoio a Israel, mas com ressalvas quanto à participação direta nos ataques. Trump elogiou a ofensiva de Israel e negou as alegações iranianas de que os EUA teriam participado da ação. No entanto, ele advertiu Teerã a não ampliar a retaliação para incluir instalações ou interesses dos EUA, ameaçando com uma resposta militar sem precedentes caso isso ocorra. “Se formos atacados de alguma forma pelo Irã, toda a força e o poder das Forças Armadas dos EUA cairão sobre eles em níveis nunca vistos antes”, disse Trump. Apesar das negações dos EUA, o Irã acredita que as forças americanas endossaram e, pelo menos tacitamente, apoiaram os ataques israelenses, e afirmou que os Estados Unidos serão “responsáveis pelas consequências” dos ataques liderados por Israel. Os EUA estão intensificando seu apoio militar a Israel, mas mantêm a posição de não participação direta em ataques contra o Irã.
Rússia
A Rússia tem se posicionado de forma crítica em relação aos ataques israelenses contra o Irã. O governo russo condenou veementemente as ações de Israel, classificando-as como “categoricamente inaceitáveis” e manifestou profunda preocupação com a escalada da tensão na região. O presidente russo, Vladimir Putin, conversou com o presidente dos EUA, Donald Trump, sobre a “perigosa escalada” no Oriente Médio, demonstrando a apreensão de Moscou com o agravamento da situação. A Rússia tem alertado para os riscos de uma escalada ainda maior e tem defendido a necessidade de desescalada e diálogo para resolver o conflito.
China
A China tem se posicionado contra os ataques de Israel ao Irã, expressando grande preocupação com a escalada do conflito. O governo chinês afirmou que se opõe à “violação da soberania, segurança e integridade territorial do Irã”. O ministro das Relações Exteriores da China, Wang Yi, declarou que a China apoia o Irã na “defesa de seus direitos legítimos” e que a ofensiva israelense abre um precedente perigoso que pode ter “consequências desastrosas”. A China, juntamente com a Rússia, tem condenado os ataques de Israel e denunciado a postura de Israel e dos EUA, o que demonstra um alinhamento com o Irã nesse cenário. Além disso, a China é considerada uma grande financiadora do Irã, fornecendo apoio estratégico, o que pode influenciar sua posição no conflito.
Possibilidade de 3ª Guerra Mundial
O conflito entre Israel e Irã tem levantado o debate sobre a possibilidade de uma Terceira Guerra Mundial. Embora a tensão seja alta e a escalada do conflito seja uma preocupação global, muitos analistas consideram que uma guerra mundial direta ainda é um cenário improvável. No entanto, a situação se assemelha a uma nova Guerra Fria, com o planeta novamente dividido em blocos de influência.
Especialistas apontam que, apesar da retórica forte e dos ataques, as grandes potências, incluindo os Estados Unidos, não têm interesse em um conflito militar direto e em larga escala que envolva o Irã. O objetivo principal de Israel seria degradar o programa nuclear iraniano, e não necessariamente iniciar uma guerra total. O Irã, por sua vez, também não parece ter interesse em envolver outros países em um conflito direto, embora ameace retaliar países que apoiem Israel.
No entanto, a escalada de tensões pode levar a um aumento de conflitos por procuração na região, com o Irã apoiando grupos que atacam interesses israelenses e americanos. A preocupação reside na imprevisibilidade de eventos e na possibilidade de erros de cálculo que possam levar a uma escalada não intencional. O risco de uma guerra nuclear, embora remoto, também é mencionado, dado o programa nuclear iraniano e a crença de que Israel possui armas atômicas.
Respostas dos Líderes
Israel
O primeiro-ministro de Israel, Benjamin Netanyahu, tem se mostrado firme em sua postura, afirmando que os ataques se intensificariam nos próximos dias e que Israel ainda tem uma longa lista de alvos no Irã. As autoridades israelenses reconhecem que é improvável que os ataques destruam o programa nuclear iraniano por completo, mas expressam esperanças de que a ofensiva possa levar Teerã a negociar um acordo abrangente com os EUA. O objetivo declarado de Israel é impedir que o Irã construa uma arma nuclear e eliminar a capacidade iraniana de lançar mísseis balísticos.
Irã
O ministro das Relações Exteriores do Irã, Abbas Araqchi, afirmou que os ataques de Israel tinham como objetivo sabotar as negociações com os EUA, que foram canceladas. Ele declarou que a ofensiva israelense teve o apoio dos EUA e que seu país está agindo apenas em autodefesa. O Irã tem prometido uma resposta “pesada e destrutiva” aos ataques israelenses e alertou os Estados Unidos, o Reino Unido e a França que suas bases militares serão alvos caso tentem bloquear sua retaliação contra Israel.
Fatores Históricos nos Confrontos Diretos e Indiretos
A relação entre Israel e Irã nem sempre foi de inimizade. Antes da Revolução Islâmica de 1979, os dois países mantinham laços diplomáticos e comerciais, com Israel até mesmo auxiliando o Irã em projetos de desenvolvimento. No entanto, a ascensão do regime teocrático no Irã marcou uma drástica mudança nessa dinâmica.
Com a Revolução Islâmica, o Irã adotou uma postura anti-Israel, considerando o Estado judeu ilegítimo e se posicionando firmemente contra a ocupação dos territórios palestinos. Essa mudança ideológica transformou a relação de cooperação em uma rivalidade profunda, que se manifesta de diversas formas:
Disputa por Influência Regional: Ambos os países buscam ampliar suas esferas de influência no Oriente Médio. O Irã apoia grupos como o Hezbollah no Líbano e o Hamas na Faixa de Gaza, que são considerados inimigos por Israel. Israel, por sua vez, busca conter a influência iraniana na região, especialmente na Síria e no Líbano.
Programa Nuclear Iraniano: O programa nuclear do Irã é uma das principais fontes de tensão. Israel e seus aliados ocidentais suspeitam que o Irã esteja buscando desenvolver armas nucleares, o que Teerã nega, afirmando que seu programa tem fins pacíficos. Israel considera um Irã nuclear uma ameaça existencial e tem defendido ações para impedir que isso aconteça.
Conflitos por Procuração: A rivalidade entre Israel e Irã muitas vezes se manifesta através de conflitos por procuração, onde cada lado apoia diferentes facções em guerras civis e disputas regionais. Isso evita um confronto direto em larga escala, mas mantém a região em constante estado de tensão.
Ataques Cibernéticos e Operações Secretas: Além dos confrontos militares, há uma “guerra nas sombras” envolvendo ataques cibernéticos, operações de inteligência e sabotagem, visando enfraquecer as capacidades militares e nucleares de cada lado.
Esses fatores históricos e as complexas dinâmicas regionais contribuem para a volatilidade do conflito atual, que é um reflexo de décadas de desconfiança e antagonismo.
Conclusão
O conflito entre Israel e Irã, que se intensificou na última semana, representa um dos maiores desafios geopolíticos da atualidade. Com ataques e contra-ataques que resultaram em vítimas em ambos os lados, a situação exige atenção e cautela da comunidade internacional. Os impactos econômicos já são sentidos, principalmente no mercado de petróleo, e a possibilidade de uma escalada maior, embora ainda considerada improvável para uma Terceira Guerra Mundial, mantém o mundo em alerta. A complexa teia de relações históricas, interesses regionais e programas nucleares torna a resolução desse conflito um desafio multifacetado, que demandará esforços diplomáticos contínuos e a busca por soluções que garantam a segurança e a estabilidade na região e no cenário global.
O Cariocão 2026 será diferente e desafiador. Com novo regulamento e uma fórmula mais enxuta, a competição terá apenas 10 datas. A elite do futebol do Rio de Janeiro se prepara para uma edição de transição. A estreia do Maricá F.C será contra o Vasco, com mando do Tsunami, em data ainda a ser definida.
Após conquistar a Série A2 em 2024, o Maricá estreou na elite estadual este ano. Terminou o campeonato em 10º lugar na tabela, à frente de clubes tradicionais como Bangu e Portuguesa. Para 2026, o clube mira voos mais altos, consciente dos desafios e dificuldades do novo formato de disputa.
Novo regulamento: menos jogos, mais emoção
A edição de 2026 trará mudanças significativas no formato da competição:
Doze equipes divididas em dois grupos (A e B);
Na fase de grupos, os times de uma chave enfrentam os da outra (seis jogos);
Os quatro melhores de cada grupo avançam às quartas de final;
As quartas ocorrem dentro da própria chave e em jogo único;
Semifinais serão em ida e volta;
A final será em jogo único;
Total de apenas 10 datas, reduzindo drasticamente o calendário.
Conheça os grupos do Cariocão 2026
Grupo A: Fluminense, Vasco da Gama, Volta Redonda, Sampaio Corrêa, Portuguesa e Campeão da Série A2
Grupo B: Flamengo, Botafogo, Madureira, Maricá, Boavista e Nova Iguaçu
O grupo do Tsunami reúne clubes com campanhas bastante distintas na última edição do Estadual. O Flamengo foi bicampeão, com 23 pontos, melhor ataque e defesa da competição. O Botafogo, batido pelo Maricá F.C na estreia do Cariocão Superbet 2025 por 2 x 1 no Estádio Nilton Santos, terminou em 9º lugar com 13 pontos e saldo negativo de um gol. O Nova Iguaçu foi 6º, com 16 pontos, enquanto o Madureira fez uma campanha sólida e terminou em 7º, com 15 pontos. O Boavista fechou na 8ª posição com 14 pontos e uma campanha com oito empates em 11 jogos.
Nova Iguaçu e Boavista são adversários do Maricá F.C na atual Série D do Campeonato Brasileiro. No momento, ocupam, respectivamente, a penúltima e a última colocação do Grupo A6. O Maricá F.C é o terceiro colocado da chave, com onze pontos. Os quatro primeiros colocados avançam para a segunda fase da competição.
Menos datas, mais emoção
O novo regulamento atende a uma orientação de Samir Xaud, novo presidente da CBF, que determinou a redução de datas dos campeonatos estaduais a partir de 2026. O formato com apenas dez datas, incluindo fase de grupos, quartas, semifinais e final, representa uma tentativa da FERJ de preservar a competitividade do torneio sem desrespeitar o calendário nacional.
Luta contra o rebaixamento: quadrangular e playoff
Os dois últimos colocados de cada grupo (que não se classificarem às quartas) disputarão um quadrangular de permanência;
Esses quatro clubes se enfrentam em turno e returno (seis jogos no total);
O último colocado é rebaixado;
O penúltimo disputa um playoff contra o vice-campeão da Série A2;
O desafio do novo formato
Em ascensão, o Maricá aposta na continuidade do trabalho iniciado em 2022, quando traçou um planejamento de cinco anos para alcançar e se manter na elite. A permanência do técnico Reinaldo e a aposta em atletas experientes mostram que o clube quer mais do que apenas sobreviver: quer competir.
Com o novo regulamento, o Campeonato Carioca de 2026 será mais direto, mais curto e não permitirá erros. O calendário mais enxuto exigirá começo forte e regularidade. Cada ponto contará para a alegria de um título ou a tristeza de um rebaixamento.
Com a proximidade do Dia Mundial de Conscientização da Violência contra a Pessoa Idosa, celebrado no domingo (15/06), o Estado do Rio de Janeiro conta agora com a Lei 10.815/2025, do deputado Alan Lopes (PL), que proíbe pessoas condenadas por violência contra idosos de assumirem cargos públicos. A norma foi sancionada pelo governador Cláudio Castro e publicada no Diário Oficial desta sexta-feira (13).
De acordo com a lei, as pessoas condenadas com sentença transitada em julgado por crimes previstos no Estatuto do Idoso (Lei Federal nº 10.741/2003) não poderão assumir cargo público e/ou ser nomeadas para cargos em comissão.
A lei também afeta empresas que tenham em seu quadro sócios ou dirigentes condenados com sentença transitada em julgado, que não poderão participar de processos de licitação ou fazer contratos com a administração pública direta ou indireta do Rio de Janeiro.
“Precisamos proteger os idosos e impedir que pessoas que cometeram crimes contra essa parcela da população ocupem cargos públicos ou administrem empresas que prestem serviços ao Estado”, defende o deputado Alan Lopes, presidente da Comissão de Educação da Assembleia Legislativa do Rio (Alerj).
Segundo dados do Observatório Nacional dos Direitos Humanos (ObservaDH), 121 mil casos de violência contra pessoas idosas foram notificados entre 2018 e 2022, e o Rio de Janeiro está na segunda posição entre os estados mais violentos nesse tipo de situação.
Nesta quinta-feira (12), foi inaugurada a Biblioteca das Educadoras no Centro de Formação Darcy Ribeiro, localizado no Barreto. A iniciativa da Prefeitura de Niterói, por meio da Secretaria Municipal de Educação (SME) e da Fundação Municipal de Educação (FME), marca a criação do primeiro espaço totalmente dedicado à formação de profissionais da Rede Municipal. Com a nova biblioteca, os servidores passam a contar com um ambiente voltado ao incentivo à leitura, à formação contínua e à valorização da educação pública.
A biblioteca tem como objetivo oferecer suporte à formação continuada dos profissionais da rede e reforçar o compromisso com uma educação crítica e de qualidade. O acervo inclui títulos diversos, com destaque para 50 exemplares da coleção Biblioteca Básica do Darcy, doados pela Fundação Darcy Ribeiro. As obras foram selecionadas para aprofundar o conhecimento sobre a história e a cultura brasileira.
O secretário municipal de Educação, Bira Marques, destacou o simbolismo do novo espaço no contexto das políticas públicas educacionais de Niterói:
“A Biblioteca das Educadoras representa mais do que um acervo de livros, é um gesto concreto de valorização das nossas profissionais. Criar um ambiente que estimule o estudo, a reflexão e o diálogo é essencial para seguirmos construindo uma educação pública comprometida com o conhecimento e a transformação social. Por isso, disponibilizar a coleção do Darcy neste espaço tem um significado tão especial”.
A primeira-dama e gestora do Escritório de Políticas Transversais de Direitos e Cuidados, Fernanda Sixel Neves, também participou da inauguração e ressaltou a importância de espaços voltados à formação dos profissionais da educação.
“Fico muito feliz em acompanhar mais essa conquista para a educação. Nossa rede já conta com um corpo docente extremamente qualificado, e a Biblioteca das Educadoras, no Centro de Formação Darcy Ribeiro, chega como mais uma importante ferramenta para fortalecer, valorizar e ampliar a formação dos nossos profissionais. Cada vez mais tenho convicção de que a educação vai muito além dos muros da escola. Ela se faz no dia a dia, na troca de saberes, na construção coletiva e no acesso permanente ao conhecimento”, afirmou Fernanda.
A inauguração integrou a programação do Fórum de Diretores e contou com a presença da professora Lúcia Velloso e do arquiteto José Ronaldo da Cunha, representantes da Fundação Darcy Ribeiro. Eles conduziram uma palestra sobre o legado do educador e sua visão sobre a importância da formação docente. Na sequência, foi realizado o lançamento do livro Práticas Pedagógicas: caminhos possíveis entre a teoria e a prática, escrito por 12 professoras da rede pública, sendo 10 delas do município de Niterói.
A escalada da guerra no Oriente Médio ganhou um novo e perigoso capítulo nesta sexta-feira, 13 de junho. Israel lançou novos ataques aéreos contra alvos na capital iraniana, Teerã, intensificando o confronto direto entre os dois países e gerando preocupação internacional sobre o risco de um conflito regional de grandes proporções.
Segundo relatos da mídia estatal iraniana, explosões foram ouvidas durante a madrugada nas proximidades do Aeroporto Internacional Imam Khomeini, principal terminal aéreo do Irã. Imagens divulgadas mostram focos de incêndio e movimentação intensa de equipes de emergência, o que indica danos estruturais significativos, embora o governo iraniano não tenha confirmado oficialmente o alvo exato dos ataques.
Fontes da agência Fars e de veículos internacionais apontam que os sistemas de defesa antiaérea do Irã foram acionados durante o ataque, sugerindo que os mísseis lançados por Israel foram detectados e parcialmente interceptados. A ofensiva teria como objetivo desarticular centros militares e logísticos estratégicos do regime iraniano, acusados por Israel de financiar e armar milícias hostis ao Estado judeu, como o Hezbollah e o Hamas.
Em resposta, autoridades iranianas emitiram uma forte ameaça: qualquer país que permitir o uso de seu território ou bases militares para operações israelenses poderá ser considerado alvo legítimo de retaliação. A advertência foi interpretada como um recado direto a aliados ocidentais de Israel, sobretudo os Estados Unidos e nações do Golfo que abrigam bases da OTAN ou cooperação militar com Tel Aviv.
O ataque ocorre dias após um período de crescente tensão na região, com trocas de retaliações entre Israel e grupos apoiados pelo Irã na Síria e no Líbano. Especialistas em segurança internacional já falam na possibilidade de uma guerra aberta, caso novas ofensivas atinjam diretamente centros civis ou provoquem mortes em larga escala.
Enquanto isso, a comunidade internacional observa com apreensão a deterioração do cenário diplomático. O Conselho de Segurança da ONU se prepara para uma reunião de emergência nas próximas horas, mas analistas acreditam que dificilmente haverá consenso entre as potências globais sobre uma resposta coordenada ao conflito.
A escalada entre Israel e Irã já impacta a economia global, com o preço do petróleo subindo e mercados reagindo com instabilidade diante do risco de uma guerra regional no Oriente Médio — uma das áreas mais geoestrategicamente sensíveis do mundo.
A Prefeitura de Maricá, por meio da Secretaria Executiva de Governo, visitou nesta sexta-feira (13/06) o Centro Materno Dr. Alberto Luiz Machado Borges (Dr. Albertinho) no Hospital Municipal Conde Modesto Leal, no Centro. O objetivo da visita, acompanhada pela chefe de Gabinete, Dayrlene Costa, foi conhecer as reformulações realizadas na unidade para otimizar os atendimentos de urgência e emergência, incluindo o centro materno. O hospital, referência em assistência de Urgência e Emergência 24 horas no município, passa por um processo de reestruturação física e administrativa.
Entre as melhorias no espaço, estão: ampliação da emergência; expansão da sala de medicação, que passará de 7 para 17 poltronas; abertura de um novo consultório médico; e a ampliação da recepção e da área de espera. Além disso, a atual Unidade de Pacientes Graves (EPG) será transformada em um Centro de Terapia Intensivo (CTI) completo, elevando o padrão de cuidado intensivo no local, e o setor de psiquiatria será totalmente reformado, com previsão de entrega para o segundo semestre.
Durante a vistoria, o secretário Executivo de Governo, Arlen Pereira, conheceu a dinâmica e os procedimentos internos adotados na unidade, uma vez que o município ampliará os serviços de maternidade que funcionarão também no Hospital Municipal Dr. Ernesto Che Guevara, em São José do Imbassaí.
“Iremos ampliar a maternidade e já temos planos para que seja dentro do complexo do Hospital Municipal Dr. Ernesto Che Guevara. É necessário conversar com os profissionais que estão na ponta. Então, é acompanhar como está a situação e planejar o futuro”, afirmou Arlen.
A visita incluiu a sala de pré e pós-parto, unidade intermediária de internação neonatal e sala de procedimentos. “É importante as autoridades observarem as nossas demandas de perto. Eles virem aqui para falar com as gestantes é extremamente importante porque conseguem visualizar e projetar as soluções futuras”, disse o diretor técnico do hospital Conde Modesto Leal, Thiago Sugimoto.
O subsecretário de Urgência e Emergência de Maricá, Ramón Lorenzo, disse que o Centro Materno representa um avanço fundamental para garantir um atendimento mais humanizado e seguro às gestantes e recém-nascidos. “Estamos investindo em estrutura, capacitação das equipes e protocolos de excelência. É uma conquista que reforça nosso compromisso com a vida desde o primeiro momento.”
Sobre o Hospital Conde Modesto Leal
O Hospital Municipal Conde Modesto Leal é a principal unidade da rede de Urgência e Emergência do município, atendendo o público por demanda espontânea (livre procura) e funcionando 24 horas, com mais de 200 mil atendimentos realizados somente no ano passado, o que reforça a sua importância para salvar vidas e promover o bem-estar da população.
Um dos destaques da unidade hospitalar é o Centro Pediátrico Dr. Anísio Rangel Filho, inaugurado em dezembro de 2022, que oferece um espaço ampliado e qualificado para o atendimento infantil, com humanização e estrutura completa. No local, quatro consultórios, sala de medicação, lactário, área para atividades lúdicas, dez leitos pediátricos, dois de isolamento e três voltados ao trauma — onde são estabilizados os pacientes mais graves.
O Centro Materno Dr. Alberto Luiz Machado Borges (Dr. Albertinho), unidade referência em maternidade no município, foi reestruturado e entregue em dezembro de 2023, disponibilizando assistência de qualidade às gestantes, puérperas e recém-nascidos. O setor possui espaço de pré-parto, parto e pós-parto (PPP), dois consultórios, alojamento, acompanhamento neonatal, unidade intermediária de internação neonatal, posto de enfermagem, assim como salas de classificação de risco, medicação, espera e acolhimento.
A Prefeitura de Niterói está participando, por meio da Secretaria de Planejamento, Orçamento e Modernização da Gestão (SEPLAG), do Encontro de Sherpas Urban 20 (U20), na África do Sul. O evento acontece entre os dias 12 e 14 de junho e reúne lideranças de todo o mundo para discutir e alinhar as prioridades que serão entregues a presidência do G20, grupo das maiores economias do mundo, antes da Cúpula dos Líderes do G20 em novembro de 2025, cujo tema é “Solidariedade, Igualdade, Sustentabilidade”.
O principal objetivo do encontro é a construção do “Comunicado do U20”, um documento que expressa o posicionamento das cidades-membro quanto a temas estratégicos, como o acesso a recursos para apoiar o crescimento econômico, ações climáticas e o fortalecimento da resiliência urbana, a promoção da inclusão social e da equidade, além do incentivo à transformação digital.
“Participar de um encontro como esse coloca Niterói na mesa das negociações globais junto às cidades como Paris, Nova York, Barcelona. Desta forma, conseguimos traçar caminhos coletivos para os desafios postos, como as alterações climáticas e a desigualdade social. Continuamos a compartilhar experiências e aprender com outras cidades do Brasil e do mundo. E é simbólico que este ano seja na África do Sul, território historicamente excluído das decisões globais. Traduz um passo importante para o avanço da sociedade na busca pela equidade”, afirma a secretária de Planejamento, Orçamento e Modernização da Gestão (SEPLAG), Isadora Modesto.
Durante o encontro do U20, Niterói também participa da Assembleia de Prefeitos Africanos, um espaço destinado a fortalecer a cooperação entre cidades do continente africano. A assembleia debate estratégias de financiamento municipal e crescimento econômico inclusivo, compartilhando desafios comuns e buscando, em conjunto, soluções para enfrentá-los.
“A participação neste espaço nos permite ampliar o nosso olhar, compartilhar experiências e aprender como outras cidades vêm enfrentando, na prática, as desigualdades e promovendo o bem-estar de suas populações. É um momento relevante, que antecede a reunião dos chefes de Estado do G20, em novembro, onde serão debatidos caminhos compartilhados para os grandes desafios globais”, destaca a subsecretária de Planejamento da SEPLAG, Ana Carolina Ferreira.
No ano passado, durante o evento realizado sob a presidência compartilhada pelas cidades do Rio de Janeiro e São Paulo, Niterói participou dos debates sobre solução urbanas e o futuro das cidades, em meio aos desafios climáticos.
Na ocasião, a secretária de planejamento Isadora Modesto participou da mesa “Da resiliência climática à erradicação da fome”, destacando o papel dos institutos de planejamento na formulação de políticas públicas que promovam justiça climática, combate à fome e redução das desigualdades.
Além disso, a subsecretária de Planejamento da SEPLAG, Ana Carolina Ferreira, compartilhou a experiência de Niterói em relação à participação social na elaboração dos instrumentos de planejamento de longo, médio e curto prazo, destacando a importância de uma gestão participativa para o desenvolvimento sustentável de uma cidade.
Sobre o U20
O U20 reúne cidades do G20 sob uma estrutura comum e coordena uma posição conjunta para subsidiar as discussões dos líderes nacionais. As contribuições do U20 são compartilhadas com a Presidência do G20 e os chefes de estado.
A participação de Niterói no U20 oferece uma oportunidade estratégica para alinhar suas ações com demais cidades de todo o mundo, fortalecendo uma governança global comprometida em buscar soluções para as mudanças climáticas e no combate à desigualdade.
Irã revida ataque de Israel com uma ofensiva massiva de mísseis e drones, marcando uma escalada significativa na já volátil situação do Oriente Médio. A ação iraniana, que ocorreu nesta sexta-feira (13), causou, até o fechamento desta matéria, 40 feridos. O governo iraniano afirmou que esta é uma resposta direta a um ataque anterior de Israel que, segundo Teerã, mirou infraestruturas nucleares e resultou na morte de importantes figuras militares e cientistas iranianos. Este movimento do Irã sublinha a promessa do Aiatolá Ali Khamenei, de que Israel e os Estados Unidos “pagarão caro” por suas ações, acusando Israel de ter iniciado uma guerra.
A Ofensiva Iraniana: Mísseis e Drones sobre Israel
A Guarda Revolucionária Islâmica do Irã confirmou ter lançado ataques contra “dezenas de alvos, centros militares e bases aéreas” em Israel. A agência de notícias estatal iraniana IRNA reportou o lançamento de centenas de mísseis balísticos. Vídeos que circulam nas redes sociais mostram explosões e interceptações de mísseis em cidades como Tel Aviv e Jerusalém, evidenciando a intensidade da ofensiva. A operação foi batizada pelo Irã como “Promessa Verdadeira 3”, um nome que ressoa com a determinação iraniana em retaliar.
Impacto e Resposta de Israel: Defesa e Alerta
Apesar da enxurrada de projéteis, as forças israelenses afirmam que a maioria dos mísseis iranianos foi interceptada ou não conseguiu atingir seus alvos. Os sofisticados sistemas de defesa de Israel, como o Domo de Ferro, A Seta, Estilingue de David, Viga de Ferro e Patriota, desempenharam um papel crucial na mitigação dos danos. Fontes do governo americano confirmaram que os EUA auxiliaram Israel na interceptação dos mísseis, demonstrando o apoio internacional a Tel Aviv. No entanto, o ataque não foi sem consequências: ao menos 41 pessoas ficaram feridas em Israel, duas delas em estado grave, embora não haja relatos de mortos até o momento. Um número limitado de edifícios foi atingido, alguns devido a estilhaços das operações de interceptação.
O Ministro da Defesa de Israel, Israel Katz, declarou que o Irã “ultrapassou linhas vermelhas” ao atacar centros populacionais civis e prometeu que o país pagará um “preço muito pesado”. O primeiro-ministro israelense, Benjamin Netanyahu, fez um alerta direto ao povo iraniano, incentivando-os a se manifestarem contra o governo, ressaltando que a luta de Israel é contra o regime, e não contra a população. Netanyahu também afirmou que “mais está por vir” e que o regime iraniano “nunca esteve tão fraco”.
Alegações e Desdobramentos
Em meio à tensão, a agência de notícias oficial do Irã, Irna, alegou que pelo menos dois aviões de guerra israelenses foram abatidos no espaço aéreo iraniano. No entanto, a CNN não pôde verificar essa alegação, e as Forças de Defesa de Israel não se pronunciaram sobre o assunto até o momento. Este incidente, onde o Irã revida ataque de forma tão contundente, abre um novo capítulo na complexa dinâmica geopolítica do Oriente Médio, com repercussões que ainda estão por ser totalmente compreendidas.
Este episódio, onde o Irã revida ataque de forma tão direta e em larga escala, ressalta a fragilidade da paz na região e a complexidade das relações entre as nações envolvidas.
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