Desde sua reinauguração, em 8 de maio de 2025, a Maternidade Municipal Alzira Reis já realizou 1689 partos, consolidando-se como referência em acolhimento, conforto e dignidade para mães, bebês e famílias niteroienses. Localizada em Charitas, de frente para o mar, a unidade foi reformada e ampliada pela Prefeitura de Niterói e teve aumento de 50% na capacidade de atendimento. Antes da revitalização, eram realizados cerca de 150 partos por mês. Hoje, a maternidade tem capacidade para até 300 partos mensais, ampliando o acesso da população a um atendimento de qualidade.
“A Maternidade Alzira Reis é muito importante para a população de Niterói e para os nossos nikitinhos, porque representa cuidado com a vida desde o primeiro instante. Essa entrega integra o conjunto de investimentos que a Prefeitura vem realizando na saúde, uma área prioritária da nossa gestão. Já reformamos o Hospital Municipal Carlos Tortelly, o Mário Monteiro, diversas unidades do Programa Médico de Família e demos início às obras do Super Centro de Exames e Especialidades da Região Oceânica. Seguimos investindo para oferecer uma rede cada vez mais moderna, eficiente e humanizada para a população”, destacou o prefeito Rodrigo Neves.
A maternidade conta com 22 leitos de internação, mais 05 leitos para trabalho de parto, as PPPs, salas integradas de pré-parto, parto e pós-parto, garantindo mais conforto e humanização no atendimento às gestantes. A unidade também dispõe de estrutura para partos cirúrgicos, salas específicas para exames de ultrassonografia e cardiotocografia, além de espaços planejados para acolhimento de acompanhantes e apoio ao aleitamento materno com sala de amamentação.
O projeto também transformou a maternidade em referência em sustentabilidade, com reuso da água da chuva, aproveitamento de iluminação natural, elevadores eficientes, recursos de acessibilidade para pessoas com deficiência visual e sistema de monitoramento por câmeras de segurança.
“Nosso compromisso é garantir assistência de excelência para a mãe e para o bebê, com segurança, acolhimento e acompanhamento integral em todas as etapas. A nova Maternidade Alzira Reis foi planejada para unir tecnologia, estrutura adequada e cuidado humanizado, proporcionando às famílias uma experiência mais tranquila e segura nesse momento tão especial”, afirmou a secretária municipal de Saúde, Ilza Fellows.
Entre as histórias que marcam essa nova fase da unidade está a de Danielle Nicolau, mãe do pequeno Noah, que nasceu na maternidade após um atendimento de emergência. Ela destacou o acolhimento recebido desde os primeiros sinais de trabalho de parto e o suporte prestado por toda a equipe multiprofissional.
“Fui acolhida, bem recebida. Se não fosse a equipe daqui, provavelmente eu e meu filho não estaríamos mais vivos. Desde as primeiras contrações, sempre me disseram que eu poderia vir quantas vezes precisasse e que jamais estaria incomodando. Aqui, eu fui cuidada de verdade. Não olharam só para a parte técnica, olharam para mim como mãe, como mulher, com respeito e carinho”, relatou Danielle.
Para Lorena Nunes de Oliveira Carvalho, mãe do pequeno Estevão, o nascimento do filho na Maternidade Alzira Reis foi marcado pelo acolhimento, pela segurança e pela emoção de viver um dos momentos mais importantes de sua vida.
“É impossível esquecer esse momento. Lembro até hoje quando me colocaram naquela maca para ir ao centro cirúrgico. A anestesista me explicou tudo o que aconteceria, todos os detalhes, e eu só consegui perguntar uma coisa: ‘É verdade que a anestesia faz o cabelo cair?’. Eu só não queria ficar careca”, brinca Lorena. “Foi um momento lindo. Toda a preparação me trouxe muita tranquilidade. Me explicaram tudo o que eu precisava saber, os mitos e as verdades sobre a cirurgia. Naquele momento, me apeguei muito a Deus e fui para o centro cirúrgico com Ele. O Estevão nasceu às 9h31 da manhã. Foi emocionante. Eu lembro até hoje da equipe dizendo: ‘Mais um pouquinho, ele já está vindo’. A cada movimento ali no campo cirúrgico, a emoção aumentava. Quando ele nasceu, foi tudo para mim. Foi a realização de um sonho”, conta.
“Quando cheguei ao quarto e pude amamentar meu filho pela primeira vez, parecia que meu céu tinha ganhado cor, que minha vida tinha mudado. O tratamento que recebi foi incrível. As pessoas eram muito acolhedoras, os enfermeiros extremamente cuidadosos. Eu lembro até de sentir medo de ir embora para casa. Muita gente fica ansiosa para receber alta, mas comigo foi diferente. Eu pensava: ‘Será que vou conseguir cuidar dele sozinha sem toda essa rede de apoio?’. Cada enfermeira explicava tudo com muito carinho: como segurar o bebê, como dar o primeiro banho, como cuidar da pele. Foi maravilhoso viver tudo isso. E eu viveria tudo de novo, quem sabe futuramente”, diz Lorena.



