A Prefeitura de Maricá, por meio da Secretaria de Políticas para a Terceira Idade, realizou nesta terça-feira (09/06) uma palestra de Mídia Educativa na Casa da Terceira Idade do Centro, como parte da programação do Junho Violeta, campanha de conscientização e combate à violência contra a pessoa idosa. Segundo dados do Disque 100, mais de 2,5 milhões de violações de direitos contra pessoas idosas foram registradas no país entre 2024 e abril de 2026.
A atividade abordou diferentes formas de violência praticadas contra idosos, com destaque para golpes virtuais, fraudes financeiras, violência psicológica, física e patrimonial. O encontro também orientou os participantes sobre medidas de prevenção, segurança digital e canais de denúncia.
O secretário de Políticas para a Terceira Idade, Amarildo Ribeiro da Silva, destacou que o trabalho de conscientização acontece durante todo o ano, mas ganha reforço especial durante o Junho Violeta.
“Junho é o mês de combate à violência contra a pessoa idosa e nós intensificamos esse trabalho de conscientização. Falamos sobre golpes pela internet, violência financeira, física e outras situações que infelizmente ainda afetam muitos idosos. Nosso objetivo é garantir mais dignidade, segurança, respeito e acolhimento para a população idosa de Maricá”, afirmou.
“É um tema extremamente importante, principalmente porque muitas vezes os idosos são vistos como mais vulneráveis aos golpes. Trabalhamos a conscientização sobre a violência em todas as suas formas, especialmente na área tecnológica. É importante lembrar que esse trabalho acontece durante todo o ano e que a denúncia é um instrumento fundamental de proteção. Por isso, reforçamos sempre a importância do Disque 100”, explicou o professor Leonardo Ribeiro dos Santos.
“Estou fazendo as aulas de tecnologia e isso tem nos ajudado muito a entender ferramentas que antes não faziam parte da nossa realidade. O Junho Violeta fortalece esse trabalho porque nos mostra situações de violência que muitas vezes acontecem sem que a gente perceba. É uma oportunidade de aprender, se proteger e saber que temos direitos”, contou a moradora do Centro, Lúcia Nazareth de Lima.



